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CORTE LIMPO



Terça-feira, 29.12.15

Taça da Liga, fase de grupos – FC Porto 1-3 CS Marítimo

Começar a ver um jogo aos 60 minutos é meio caminho andado para se tirarem conclusões precipitadas e fazerem análises insuficientes. Não sabendo o que se passou antes, a imagem que fica dessa última meia hora é a de um FC Porto quase nulo. Já a perder, e com os habituais titulares a pensar no importante jogo do próximo fim-de-semana, os menos utilizados acabaram por ficar um tanto ou quanto perdidos em campo.

O FC Porto terminou com 70% de posse de bola, e a verdade é que os dragões visaram muitas vezes a baliza de Salin, mas os remates saíram quase todos na direcção do guardião francês do Marítimo. André Silva, em estreia na equipa principal, foi o autor de muitos desses remates.

Os adeptos portistas não andam satisfeitos com o rendimento da equipa, e não teve qualquer importância que o jogo contasse para a historicamente menosprezada Taça da Liga; imediatamente após o 0-2, os presentes brindaram a equipa com um sonoro coro de assobios, e o treinador com lenços brancos. Qual espírito natalício, qual quê?

O 0-3, aos 90’+4’ minutos, foi só mais um estalo na cara do FC Porto. Aboubakar ainda reduziu na jogada seguinte, e o jogo findou logo depois. 1-3. A primeira vitória de sempre do Marítimo em casa do FC Porto, incluindo todas as competições. Helton foi veemente ao instar os colegas para que dirigissem às bancadas um agradecimento misturado com pedido de desculpas, mas a equipa não se livrou de nova vaia.

Talvez nunca tenha acontecido a ninguém numa fase de grupos semelhante a esta, mas bastou um jogo para as hipóteses de passar à fase seguinte se reduzirem ao mínimo. O Marítimo, que já tinha realizado um jogo em Novembro, soma agora seis pontos, faltando-lhe apenas um para seguir em frente. O FC Porto tem que vencer as duas partidas restantes e esperar que o Famalicão, que pode ele próprio apurar-se, traia o Marítimo no Funchal.

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por Miran Pavlin às 21:30

Domingo, 20.12.15

Liga NOS, 14.ª jornada – FC Porto 3-1 A Académica Coimbra – Prenda de Natal

Toquem-se os sinos a rebate, porque finalmente aconteceu! Encontrando-se perante uma autêntica prenda de Natal, na forma de uma derrota do líder Sporting, o FC Porto não perdeu tempo e reclamou-a para si, ascendendo ao comando da Liga NOS. Foi a primeira vez na era Lopetegui que os dragões aproveitaram um deslize alheio com implicações directas na classificação.

A exibição foi também ela uma raridade deste FC Porto, que praticou um futebol muito mais vertical que o habitual. A equipa jogou mais vezes ao primeiro toque, e os jogadores proporcionaram mais dobras ao colega que tinha a bola. No fundo, a equipa teve um pouco daquela vontade de vencer que nos anos recentes tantas vezes ficou escondida sob um manto de ansiedade. Faltou apenas mais acerto no último passe, sendo por aí, em parte, que não se deve embandeirar em arco desde já.

Os pés devem estar assentes na terra também porque o adversário era uma Académica que vive mais uma época difícil. A Briosa só apareceu no jogo perto do intervalo, coincidindo com uma fase em que o FC Porto abrandou o ritmo, na iminência do descanso; mais à frente, já com a conta portista fechada, a Académica voltou a dar sinal de vida, novamente num período de relaxe dos da casa, altura em que conseguiu alguns cantos e até marcou um golo, por Rui Pedro (83’), após tabelinha na área.

No resto do jogo o FC Porto justificou por inteiro a vitória. A entrada forte foi premiada ao sétimo minuto, quando Danilo Pereira cabeceou certeiro na sequência de um canto. Se os dragões já estavam bem, mais tranquilos ficaram. O passe final, como se escreve acima, é que teimava em não sair, daí que a margem mínima se tenha mantido até ao minuto 52, quando outra bola parada resultou no 2-0, em novo cabeceamento, agora de Aboubakar. O momento alto do encontro surgiu aos 74 minutos. Corona partiu um adversário, no flanco direito, e cruzou para a zona fatal, onde Herrera desviou de calcanhar para o terceiro golo da noite – e o quanto os adeptos do FC Porto gostam de um golo de calcanhar.

O salto para a liderança não podia ter chegado em melhor altura. O próximo compromisso dos azuis-e-brancos para a I Liga é nada menos que em Alvalade. Obviamente que ainda não é o jogo do título, mas definirá uma parte dos contornos da segunda volta, que começa três jornadas depois do clássico.

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por Miran Pavlin às 23:55

Quarta-feira, 16.12.15

Taça de Portugal, oitavos-de-final - CD Feirense 0-1 FC Porto

Não vi o jogo. Fiquei-me por um breve resumo televisivo e pela leitura da ficha de jogo, onde se destacam as titularidades de Sérgio Oliveira e José Ángel, que ainda só foram utilizados nesta competição. Aboubakar marcou o único golo do desafio, logo ao minuto 10. Em Janeiro há mais, uma vez que Feirense e FC Porto têm encontro marcado na fase de grupos da Taça da Liga, novamente no Marcolino de Castro.

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por Miran Pavlin às 22:00

Segunda-feira, 14.12.15

Liga NOS, 13.ª jornada – CD Nacional 1-2 FC Porto – Fantasmas da Madeira

Numa jornada que levava 25 golos em cinco jogos, os primeiros quinze minutos deste encontro indicaram que a festa era para continuar, pois o marcador já registava 1-2. A loucura, contudo, acabou por aí e o resultado manteve-se até ao final… que só chegou no dia seguinte. A causa? O nevoeiro, pois! Esse ingrediente extra que todos os anos faz das suas e perturba o curso normal de um par de jogos. Se em anos anteriores acontecera em jogos com pouca audiência, esta temporada as vítimas dão pelo nome de FC Porto e Benfica, o que dá mais visibilidade à coisa – passe o paradoxo.

No caso do FC Porto, jogar na Madeira em 2015/16 não foi apenas difícil; estava a tornar-se proibido, mesmo. Recorde-se que foram precisas duas viagens para efectivamente jogar frente ao União - na primeira o vento impediu a aterragem do avião - e agora os dragões tiveram que dormir mais uma noite na ilha antes de concluir o jogo.

O arranque foi então um toma lá, dá cá. Aos 6 minutos Marcano, de calcanhar, desviou no coração da área o canto cobrado por Layún. Na resposta o Nacional empatou, também de canto, com Willyan a fugir à marcação e a cabecear certeiro. Aos 14 foi Brahimi a recolocar o FC Porto na frente, na conclusão de uma jogada envolvente, que incluiu um cruzamento de Layún, na esquerda, e um remate cruzado de Herrera, ao segundo poste; Rui Silva defendeu como pôde, e a bola caiu redondinha no argelino, que só teve que empurrar.

O jogo continuou vivo, e pese embora não tenham passado por grandes momentos de sufoco, os guarda-redes tiveram que estar atentos em diversas ocasiões. No reatamento o Nacional entrou mais forte, mas o FC Porto foi mais perigoso, com Aboubakar e Herrera a perderem lances bastante prometedores, já numa fase em que só quem estava no estádio conseguia vislumbrar alguma coisa da acção.

Se pensarmos que a Madeira vinha sendo o fantasma do FC Porto, quão irónico foi que o cenário do jogo se tenha tornado também ele fantasmagórico. A partir dos 65 minutos só era possível ver uns vultos sombrios na parte do relvado mais próxima de onde estava a câmara. Tudo o resto eram brumas que, para o bem e para o mal, tudo encobriam. Incrivelmente, ainda se tiraram dois foras-de-jogo e assinalaram faltas, uma delas merecedora de cartão. Presume-se que tenham sido lances claros. O desafio foi definitivamente interrompido ao minuto 83, que na prática era o 75.º, dadas as duas suspensões anteriores, e reatado pelas 12h30 de hoje. Foram quinze minutos horríveis, com o FC Porto apenas interessado em destruir jogo. Não era para menos; estava em causa a eliminação do fantasma madeirense dos portistas.

Marcano foi o homem em destaque, primeiro pelo golo, e mais tarde por estar envolvido em dois lances nos quais os alvinegros reclamaram grande penalidade. No primeiro, o jogador do Nacional cruza a bola a pouca distância do central portista e esta vai directa ao braço, que estava afastado do corpo; no dia seguinte é João Aurélio que leva um valente pontapé de Marcano, numa jogada em que os dois jogadores acorrem em simultâneo à bola, mas o homem dos insulares foi mais rápido.

Numa manhã anormalmente preenchida, o FC Porto conheceu também o seu adversário nos 16-avos-de-final da Liga Europa, e esse dá pelo nome de Borussia Dortmund. Um duro teste, que certamente não será ultrapassado apenas com o futebol pausado que os dragões amiúde exibem.

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por Miran Pavlin às 20:30

Quarta-feira, 09.12.15

Liga dos Campeões, grupo G – Chelsea FC 2-0 FC Porto – Aqui jaz

Como as coisas mudam no futebol. Com dez pontos ao cabo de quatro jogos, o FC Porto tinha na mão a chave dos oitavos-de-final. Na quinta jornada, incrivelmente, essa chave transformou-se na pá com que os dragões foram cavando a sua sepultura ao longo dos 90 minutos da recepção ao Dinamo Kiev. Terminada a fase de grupos, confirmou-se o pior cenário, e o FC Porto jaz agora em câmara ardente até ao dia do sorteio da Liga Europa.

A queda para o andar de baixo da UEFA não foi a única confirmação saída do jogo de Londres. Ficou também assente que nos jogos de maior cartaz Julen Lopetegui não resiste a fazer mexidas de vulto na equipa. A aposta de hoje recaiu numa defesa a três (Maicon, Marcano e Martins Indi), com Maxi Pereira e Layún bem abertos nas alas, alternando a defesa com o ataque; Danilo Pereira e Imbula seguraram o meio-campo, permitindo a Herrera aventurar-se no apoio a Corona e Brahimi. Não havia André André devido a um problema muscular, mas o mais gritante, ao olhar para a ficha de jogo, era não haver um único avançado entre os titulares.

Mais do que criticar a opção do treinador – sempre o caminho mais fácil quando se perde – importa dizer que o FC Porto talvez não merecesse ficar em desvantagem da forma infeliz como ficou. Jogava-se o minuto 12 quando Diego Costa se isolou frente a Casillas. O guarda-redes saiu dos postes e anulou o perigo defendendo com o pé a finalização do hispano-brasileiro, mas o ressalto bateu em cheio em Marcano e a bola encaminhou-se tranquilamente para a baliza deserta. Maicon já não chegou a tempo de evitar o pior. Até aí o FC Porto procurara trocar a bola na zona defensiva, chamando os adversários, para depois meter bolas longas no ataque, confiando no virtuosismo de Brahimi e Corona.

Contudo, este FC Porto mais uma vez mostrou ser uma equipa que não sabe bem como fazer a bola chegar à zona de finalização. Uma incapacidade que ficou bastante mais visível depois de estar atrás no resultado. As lateralizações são constantes, e mesmo quando os jogadores abriam linhas de passe para a frente – o que até aconteceu com razoável frequência – a opção do portador da bola era invariavelmente parar e pensar, ou passar para trás. E cada hesitação era um convite à pressão dos homens do Chelsea.

Só depois do 2-0, por Willian (52’), num ataque rápido que o deixou solto na direita para uma conclusão simples, é que Aboubakar veio a jogo, acompanhado de Ruben Neves. Saíram Maxi Pereira e Imbula, e o onze revolucionário do FC Porto assumiu uma disposição táctica mais convencional. Mas a bola continuava a não chegar à área contrária. O FC Porto até visou Courtois em diversos momentos, mas só em remates de longe a que o belga se opôs sem problemas.

Olhando bem para o jogo, a diferença entre Chelsea e FC Porto não foi grande. Os da casa pressionavam sempre quem tinha a bola e só precisavam de dois ou três passes para aparecer em velocidade no ataque, enquanto o FC Porto elaborava demais as jogadas e não tinha quem servisse de referência ofensiva. Este foi, no fundo, um Chelsea acessível. Só era preciso que o FC Porto conseguisse – ou soubesse – gizar alguns movimentos de ataque mais concretos.

No cômputo geral, os dragões não seguem em frente na Champions por culpa própria. Neste jogo em particular faltou um pouco de fortuna e, repetindo-me, um ponta-de-lança. Os males de que o FC Porto padeceu esta noite não são novos. Quantos mais desaires serão necessários para que treinador e jogadores percebam o que está errado?

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por Miran Pavlin às 23:30

Sábado, 05.12.15

Liga NOS, 12.ª jornada – FC Porto 2-1 FC Paços de Ferreira – Noite mexicana

Jogava-se há oito minutos quando Bruno Moreira escreveu mais um rodapé da História, ao abrir o activo para o Paços de Ferreira. Faltava uma semana e pico para o FC Porto completar um ano sem sofrer golos no Dragão em jogos da I Liga. Esquecido na área, o avançado pacense quebrou então a longa sequência dos dragões, oferecendo à sua equipa uma prenda inesperada.

Foi aí que o jogo efectivamente começou. Com o Paços a fechar-se na sua concha, o FC Porto teve que recorrer à estratégia habitualmente usada para resolver 15 dos 17 jogos caseiros de cada campeonato: espalhar a equipa pelos últimos 40 metros do relvado e bater até a pedra furar. Os golos mais uma vez apareceram em quantidade suficiente. Quando assim é, as outras questões tendem a ficar em segundo plano. Lateralizar, cruzar, voltar atrás e começar de novo, mudar de flanco e procurar desequilíbrios aqui e ali foi mais uma vez suficiente, mas será que chega para resolver o campeonato no seu todo? No fundo, o FC Porto de hoje teve a mesma cara de tantos outros jogos. É só quando os golos não surgem que se nota realmente que a equipa parece não ter um plano B, ficando refém da ansiedade.

Não foi o caso esta noite, portanto. O FC Porto conseguiu criar ocasiões de golo em proporção ao volume de jogo que teve junto ao último reduto dos castores. O empate apareceu aos 29 minutos, com Corona a desmarcar-se pelo meio e a finalizar com classe, após solicitação de Brahimi. Aos 64, foi outro mexicano a ser protagonista. Acreditando que era possível retirar algo de uma bola que parecia perdida, Herrera pressionou Marafona e Marco Baixinho, que sentiram tanto a bola a queimar que o segundo acabou por derrubar o médio portista. Foi a primeira grande penalidade de que o FC Porto beneficiou esta época, contabilizando todas as provas. Como a noite estava a ser dos mexicanos, foi Layún quem converteu o castigo máximo, fixando o resultado final.

O FC Porto teve então muitas oportunidades para alargar o marcador, mas Aboubakar primou pelo desperdício. Nem isolado frente a Marafona o camaronês teve a lucidez necessária para fazer o mesmo que Corona fizera no lance do primeiro golo.

A dança das substituições começou imediatamente a seguir ao 2-1. André André foi o primeiro a ir descansar (66’), seguido de Brahimi (78’) e Herrera (88’). Desta vez não houve experiências. Todas as trocas serviram para refrescar a equipa, mas nenhum dos suplentes utilizados (Danilo Pereira, Tello e Evandro) mudou o que quer que fosse na face do jogo. O Paços ainda teve um lance que passou perigosamente perto da baliza de Casillas, mas não conseguiu entornar o balde de água fria em cima do fim.

Com os três pontos no bolso, o FC Porto segue agora para um dos jogos mais importantes da época. A visita a Stamford Bridge, na quarta-feira, decide o futuro imediato dos dragões nas provas da UEFA.

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por Miran Pavlin às 23:00

Quarta-feira, 02.12.15

Liga NOS, 9.ª jornada (em atraso) – CF União 0-4 FC Porto – Ilusões

O final da história é sempre o resultado, mas não se deixem iludir pelas aparências. Os números finais são mais atribuíveis à felicidade que desta vez acompanhou os dragões na Madeira, do que a uma exibição categórica. Foi a primeira vitória portista na ilha desde 2012/13, mas é de salientar que esta surgiu frente a um União que por não disputar a I Liga há tanto tempo, pouco mais é que um neófito. A prova dos nove virá ainda este mês, quando o FC Porto voltar à pérola do Atlântico para defrontar o Nacional, muito mais rodado na divisão maior.

Mas essas são outras contas. Hoje o FC Porto foi, de facto, feliz neste acerto de calendário. Aos 12 minutos um cruzamento de Layún encontrou Herrera solto na zona fatal, com o cabeceamento do médio a ressaltar num defesa contrário, traindo o guarda-redes. Na visita seguinte à área (14’) houve novo golo, agora por Brahimi, num remate bem colocado. Para confirmar que a noite era de felicidade em tons de azul, uma bossa no relvado transformou o cruzamento de Corona num golo, inadvertidamente de belo efeito, com a bola a entrar no ângulo, bem fora do alcance do guardião unionista.

Tinham decorrido apenas 23 minutos, e o FC Porto fechou a loja. Em ritmo assaz lento, os azuis-e-brancos puseram em prática aquilo que melhor sabem: lateralizar. De passe em passe, a bola circulava entre flancos e entre sectores, com pouco interesse pela baliza adversária. É fácil alegar que com o marcador em 0-3 não seria preciso fazer muito mais, mas era exactamente o tipo de jogo que tantas críticas motiva entre os adeptos portistas. Sinal de que os problemas da equipa não se resolveram da noite para o dia, estando apenas abafados pelo resultado.

Sem nada a perder, o União também tentou levar o jogo para o meio-campo ofensivo, e a espaços conseguiu-o. Élio Martins e Amilton, os mais inconformados dos insulares, deram o que tinham, mas não tiveram grande sucesso.

Com o avançar dos minutos o jogo tornou-se mais quezilento. Foram assinaladas demasiadas faltas, umas mais claras que outras. Osvaldo acabou mesmo expulso, um tanto ou quanto injustamente. O avançado veio de longe e entrou de sola ao joelho de Paulo Monteiro. Deve ter doído, mas a entrada talvez não tenha sido suficientemente agressiva para justificar um cartão vermelho. O último golo da noite apareceu já sobre os descontos, com Danilo Pereira a desviar de cabeça um livre batido por Layún.

Foi o toque final que fez esquecer um pouco aqueles longos minutos de futebol quase sem balizas. Repetindo a ideia inicial do texto, é então melhor não deixar que as aparências iludam. Na tabela classificativa também já não há ilusões nem aparências; os dragões voltam a estar apenas dois pontos atrás do líder Sporting.

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por Miran Pavlin às 23:20



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