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CORTE LIMPO

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Sábado, 14.06.14

Mundial 2014 - Jogos de 13 Junho

sapodesporto

GRUPO A – Estádio das Dunas, Natal

MÉXICO               1 (Peralta, 61’)

CAMARÕES        0

Debaixo da chuva de Natal, o México entrou no Mundial a vencer, em mais uma partida que não fica isenta de polémica. O México teve dois golos mal invalidados, que podiam ter custado caro, não fosse Peralta ter facturado no único desequilíbrio que os centro-americanos criaram na defensiva camaronesa.

Os leões indomáveis, por sua vez, tiveram apenas dois lances de perigo em todo o jogo. Eto’o rematou centímetros ao lado do poste direito de Ochoa, ainda na primeira parte; já sobre o apito final ainda haveria um cabeceamento perigoso de Moukandjo, que Ochoa segurou firme.

O ascendente mexicano no segundo tempo justificou a vitória, depois de um primeiro parcial dividido, sem grandes aberturas de parte a parte.

A tri entra com o pé direito na fase final, depois de uma qualificação em que esteve com o coração nas mãos, e só no play-off se apurou.

 

GRUPO B – Arena Fonte Nova, Salvador

ESPANHA           1 (Xabi Alonso (P), 27’)

HOLANDA          5 (van Persie 44’, Robben 53’, de Vrij 64’, van Persie 72’, Robben 80’)

O tiki-taka morreu. Ou então está muito doente. Nunca um campeão mundial iniciara a defesa do título com uma derrota tão pesada.

No entanto, a primeira parte não apontava nesse sentido. Foi a Espanha quem teve o controlo do jogo, especialmente após ter chegado ao golo, enquanto a Holanda, ainda que matreira, tinha pouca bola e apostava quer em contra-ataques, quer no jogo directo para van Persie.

Em cima do intervalo o rumo dos acontecimentos começou a mudar, com o referido van Persie a marcar um golaço, num chamado salto de peixe, após passe longo, pelo ar, de Blind.

O castelo de cartas espanhol desmoronou-se não tanto com este golo, mas sim quando Robben, no primeiro lance de perigo do segundo tempo, materializou a cambalhota no marcador. A Espanha desapareceu do mapa e a Holanda galvanizou-se, até chegar a números históricos, se bem que o terceiro golo deixe dúvidas, tanto na falta assinalada a Piqué, como na acção sobre Casillas que permitiria a de Vrij desviar em cima da linha.

Polémica à parte, os dois homens mais avançados da selecção laranja tiveram uma noite de sonho, infligindo quase a solo a pior derrota da roja em 50 anos. Robben deixou mesmo Casillas de gatas à procura da bola no quinto golo.

O real significado deste resultado só se saberá à luz dos jogos seguintes.

 

GRUPO B – Arena Pantanal, Cuiabá

CHILE                    3 (Alexis Sánchez 12’, Valdívia 14’, Beausejour 90’+2’)

AUSTRÁLIA        1 (Cahill 35’)

Tal como há quatro anos, o Chile entra no Mundial a vencer, somando três importantes pontos antes de medir forças com as selecções europeias do grupo.

O início chileno foi forte, e ao quarto de hora já vencia por 2-0. As limitações dos socceroos foram bem visíveis, com um futebol lento e previsível, baseado no contra-ataque e em bolas longas à procura do veterano Tim Cahill, autêntico farol de uma equipa em construção para a Taça Asiática que a Austrália recebe em Janeiro próximo.

Com uma equipa mais consolidada, o Chile raramente perdeu o controlo do jogo, nem mesmo depois do golo australiano, numa cabeçada certeira precisamente de Cahill. Terá sido o único lance com princípio, meio e fim que a Austrália elaborou.

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por Miran Pavlin às 12:00



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