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CORTE LIMPO



Terça-feira, 17.06.14

Mundial 2014 - Jogos de 16 Junho

sapodesporto

GRUPO G – Arena Fonte Nova, Salvador

ALEMANHA       4 (Müller (P) 12’, Hummels 32’, Müller 45’+1’, Müller 78’)

PORTUGAL       0

Já é tradição a Alemanha iniciar o Mundial marcando, no mínimo, quatro golos. Assim é desde 2002, e a surpresa desta vez é o nome da vítima ser Portugal. A Mannschaft esteve intratável, e vê abrirem-se perspectivas de mais uma longa campanha no Mundial.

Já os lusos fizeram uma exibição sofrível, autoflagelaram-se com a expulsão de Pepe, viram Hugo Almeida e Fábio Coentrão sair por lesão – este já na segunda parte – e chegaram ao intervalo a perder por 3-0, evaporando a margem de erro que pudessem ter para os restantes jogos de um grupo que não se antevê fácil.

 

GRUPO F – Arena da Baixada, Curitiba

IRÃO                    0

NIGÉRIA              0

Foi o espectáculo mais pobre até agora. Sem golos, com muitos passes falhados, futebol desarticulado e poucas oportunidades claras.

Terá saído mais satisfeito o Irão de Carlos Queiroz, menos cotado, e que assim contornou, na medida do possível, as previsões mais fatalistas que lhe apontam.

A campeã africana Nigéria, que chega sempre ao Mundial debaixo de grandes expectativas, continua sem vencer um jogo em fases finais de Mundial desde 1998 (3-2 contra a Espanha), e agora que o grau de dificuldade vai subir, tem forçosamente de ser mais esclarecida na posse de bola, sob pena de a porta da fase a eliminar se fechar.

Houve assobios no final da partida. Pelo título que ostenta talvez a Nigéria os mereça, mas não o Irão.

 

GRUPO G – Estádio das Dunas, Natal

GANA                                1 (Andre Ayew 82’)

ESTADOS UNIDOS           2 (Dempsey 1’, Brooks 86’)

Este jogo não foi um; foram três. Um que começou com o apito inicial, outro que começou depois do primeiro golo dos Estados Unidos, e foi ainda outro jogo após o empate ganês.

Ter marcado logo aos 30 segundos fez com que os Estados Unidos adoptassem uma postura de contra-ataque, com enfoque progressivamente maior na organização defensiva. O Gana teve o grosso da posse de bola, atacou quase sem descanso, evidenciando uma incrível condição física, e acabou por ver o esforço premiado a oito minutos do final com o golo de Andre Ayew.

Justiça feita? Sim. Tónico para o ataque final? Nem por isso. Os norte-americanos, que andaram recolhidos durante praticamente todo o segundo tempo, beneficiaram de um canto numa das suas poucas saídas ao ataque, e na cobrança o central Brooks apareceu na área a cabecear certeiro.

Um soco no estômago do Gana, que ainda tentou um último assomo, mas sem sucesso. O grupo G promete.

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por Miran Pavlin às 12:00



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