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CORTE LIMPO



Quarta-feira, 18.06.14

Mundial 2014 - Jogos de 17 Junho

sapodesporto

GRUPO H – Estádio Mineirão, Belo Horizonte

BÉLGICA              2 (Fellaini 70’, Mertens 80’)

ARGÉLIA              1 (Feghouli (P) 25’)

Fotocópia do Suíça-Equador? Apenas na marcha do marcador e no facto de os golos da vitória da equipa que vestia de vermelho terem sido apontados por suplentes, porque em futebol jogado foi bastante diferente. Se essa partida do grupo E foi disputada numa toada atacante, aqui as equipas optaram por uma abordagem mais defensiva.

Era o regresso da Bélgica às fases finais após 12 anos de ausência, e talvez isso justifique o futebol inibido, por vezes hesitante, que os diabos vermelhos apresentaram.

A Argélia adaptou-se bem a esse tipo de jogo, mantendo um coeso bloco defensivo que retirava espaço de manobra ao adversário. Numa das suas poucas incursões ofensivas beneficiou de uma grande penalidade por uma falta porventura desnecessária de Vertonghen. Feghouli converteu o castigo e os raposas do deserto simplesmente continuaram o que estavam a fazer, mas não conseguiriam aguentar a vantagem.

O banco belga acabaria por ser a solução do encontro. Fellaini marcou de cabeça cinco minutos depois de entrar, e Mertens carimbaria a reviravolta a dez minutos do fim, permitindo à Bélgica somar os três pontos de uma estreia aguardada, mas que deixou a desejar.

 

GRUPO A – Estádio Castelão, Fortaleza

BRASIL                0

MÉXICO               0

Guillermo Ochoa. O nome do guarda-redes mexicano é indissociável da história deste jogo, já que foi ele o responsável pela não utilização do marcador.

Numa partida de forte dimensão táctica o México teve períodos, especialmente no início da segunda parte, em que colocou os anfitriões em sentido, mas as melhores oportunidades foram do Brasil. O desgaste físico começou a tomar conta dos mexicanos nos minutos finais, e foi aí que Ochoa brilhou com as defesas apertadas que o colocaram na história do jogo.

O apito final chegaria sem golos, mas não sem que o México mostrasse que ainda tinha forças para obrigar a atenções redobradas na defensiva canarinha.

Nos últimos nove jogos oficiais entre as duas selecções, remontando à Copa América 2001, o Brasil apenas venceu dois, na Copa América 2007 e na Taça das Confederações 2013.

 

GRUPO H – Arena Pantanal, Cuiabá

RÚSSIA                                1 (Kerzhakov 74’)

COREIA DO SUL                  1 (Keun-Ho Lee 68’)

Talvez o segredo esteja mesmo no banco. Dois golos, ambos obtidos por suplentes lançados minutos antes. Num jogo em que as defesas ameaçavam ser sempre melhores que os ataques, a muralha abriu quando Akinfeev deu um frango que deixou a Rússia em desvantagem, ao tentar parar um remate à figura. Seis minutos mais tarde, Kerzhakov aproveitou uma bola que o guardião sul-coreano não conseguiu segurar para restabelecer a igualdade.

O espaço entre golos foi o melhor de uma partida disputada com entrega, mas que por vezes caiu na monotonia. Talvez o nervosismo do primeiro jogo se tenha feito notar, principalmente no caso da Rússia, que não jogava na fase final do Mundial há 12 anos.

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por Miran Pavlin às 12:00



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