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CORTE LIMPO



Quarta-feira, 02.07.14

Mundial 2014 - Oitavos-de-final - 1 Julho

sapodesporto

Arena Fonte Nova, Salvador

BÉLGICA                          2 (de Bruyne 93’, Lukaku 105’)

ESTADOS UNIDOS           1 (Green 107’)

Após prolongamento

Este foi um dos poucos jogos em que o prolongamento foi melhor que os 90 minutos. Até lá, a Bélgica atacou sem descanso e Howard, fazendo jus ao nome da cidade que recebeu o jogo, foi sempre salvador. Perdeu-se a conta ao número de defesas que o guardião norte-americano fez, numa das melhores exibições individuais deste Mundial.

Quando o tempo regulamentar estava a segundos de acabar quase que os Estados Unidos transformavam este jogo no maior clássico da sua história, mas Wondolowski teve um falhanço inacreditável que manteve tudo na estaca zero e obrigou a mais um prolongamento – o quinto em oito jogos.

Os belgas demoraram três minutos a desencravar o marcador e fizeram o segundo golo em cima da troca de campo – o quarto marcado por um suplente em seis possíveis. Supunha-se que fosse o chamado golo da tranquilidade, mas não o foi, porque o jovem Green – outro suplente – relançou o jogo no reatamento do tempo extra, deixando os Estados Unidos por cima do jogo. O último esforço foi forte, mas os stars and stripes não conseguiram recuperar o que faltava da desvantagem.

A Bélgica encontrará a Argentina nos quartos-de-final.

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por Miran Pavlin às 12:03

Quarta-feira, 02.07.14

Mundial 2014 - Oitavos-de-final - 1 Julho

sapodesporto

Arena de São Paulo, São Paulo

ARGENTINA       1 (Di María 118’)

SUÍÇA                0

Após prolongamento

Ao fim do quarto prolongamento em sete jogos destes oitavos-de-final, a Argentina passou à fase seguinte, mas não se livrou de muito sofrimento diante da teimosa Suíça – sofrimento é mesmo a palavra-chave desta fase do Mundial 2014.

A Suíça jogou sem medo, apesar de não se abrir em demasia, e esteve a um passo de levar a decisão para as grandes penalidades. A dois minutos do final, uma hesitação de Lichtsteiner à saída do meio-campo helvético tornou-se decisiva, já que a perda de bola resultou num contra-ataque rápido que terminou no golo de Di María, mas que não terminaria com o jogo.

A esperança é a última a morrer, e a Suíça ainda colocaria em perigo a saúde cardíaca dos argentinos. Benaglio foi um autêntico guarda-redes avançado, tentando mesmo um pontapé de bicicleta, e seria já para lá das forças que Dzemaili, à boca da baliza, não conseguiu melhor que desviar para o poste na sequência de um canto. Romero estava mais que batido, mas o médio suíço, apesar de estar fresco – entrara aos 113 minutos – não teve rapidez de reacção para o ressalto, que bateu nas suas pernas e saiu para fora.

Era o último fôlego. O apito final demorou apenas mais uns segundos, e a Argentina pôde então respirar de alívio.

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por Miran Pavlin às 12:00



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