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CORTE LIMPO

Todas as fotografias neste blog encontram-se algures em desporto.sapo.pt, salvo indicação em contrário


Sábado, 16.03.19

Liga NOS, 26.ª jornada - FC Porto 3-0 CS Marítimo

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Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 23:59

Domingo, 10.03.19

Liga NOS, 25.ª jornada - CD Feirense 1-2 FC Porto

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Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 23:59

Quarta-feira, 06.03.19

Liga dos Campeões, oitavos-de-final, 2.ª mão - FC Porto 3-1 AS Roma (a.p.) - Fôlego

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Conforme vaticinado no remate do texto relativo à primeira mão, de certo modo o esquilíbrio de forças manteve-se. Houve, contudo, uma diferença essencial: desta vez a equipa da casa assumiu o jogo, ao contrário do que tinha acontecido no encontro de Roma. Tal esteve à vista logo desde os primeiros minutos, com os homens do FC Porto a pressionar - e bem - cada posse de bola da Roma e a acompanhar cada movimentação. Ficou também claro desde cedo que os romanos vinham interessados em que o jogo terminasse como começou, pelo menos a avaliar pelas constantes demoras na reposição, principalmente por parte do guarda-redes Olsen. Valeu que o FC Porto foi uma equipa proactiva. Não se pense, porém, que os dragões foram donos e senhores do jogo, pois do outro lado estava um adversário de qualidade e com uma defesa coesa. Daí que o FC Porto tenha optado por jogar com a bola segura no pé, mudando de flanco, recuando e avançando pela certa, à procura de um espaço por onde furar. Esse espaço apareceu ao minuto 26. Marega ganhou a bola a Manolas perto da linha divisória, tabelou com Corona e cruzou para Soares desviar à boca da baliza. De seguida, o óbvio aconteceu: a Roma acelerou os processos. E se Éder Militão estava a viver uma noite tórrida à conta da actividade de Perotti e Kolarov, pior ficou quando cometeu grande penalidade sobre o argentino. Uma falta escusada, mas indiscutível. De Rossi converteu com mestria (37') e assim materializou tudo o que o FC Porto não queria, ou seja, sofrer o golo que o obrigaria a marcar três. Ainda houve tempo para Herrera fazer os adeptos portistas se levantarem das cadeiras (45'), mas Olsen fez uma óptima defesa ao remate bem colocado do mexicano.
Não havendo outro remédio senão marcar mais dois golos, o FC Porto entrou no segundo tempo de prego a fundo. Soares mergulhou para um cabeceamento que saiu a centímetros da trave (49'), Marega rematou cruzado para defesa apertada de Olsen (51') e a recuperação alta funcionava bem. O que vale por dizer que a Roma ia sendo submetida a grande pressão. Até que o golo apareceu (53'), por Marega, que se desmarcou bem ao segundo poste para desviar na cara do guarião giallorosso um cruzamento de Corona. Foi na segunda parte que se tornou evidente a vontade com que o FC Porto jogava, consubstanciada numa enorme disponibilidade para acorrer a todas as solicitações e responder aos problemas colocados pela Roma. Nem a troca do lateral Karsdorp - ele próprio a viver uma noite difícil com as diabruras de Corona e as subidas de Alex Telles - pelo mais experimentado Florenzi (55') fez com que os italianos passassem a respirar melhor. Enquanto Pepe e Dzeko travavam um despique intenso, Brahimi foi a jogo na vez de Corona (69'), significando duas pernas frescas a obrigar a Roma a correr tanto, ou mais, mas os 90 minutos não foram suficientes. Foi só no prolongamento que se começou a notar o desgaste nos dragões, que permitiram a Dzeko diversas oportunidades, uma delas bem flagrante (111'); é incrível como o remate do bósnio não entrou. Um minuto mais tarde Dzeko voltou a aparecer sozinho na cara do golo, picando sobre Casillas rumo à baliza deserta. Salvador, Pepe apareceu no último momento a tirar a bola. Era o último cartucho de que os giallorossi dispunham. O assustador espectro das grandes penalidades começou aí a pairar sobre o jogo. Contudo, mesmo já para lá das forças o FC Porto não baixava os braços. Ao minuto 117, uma bola bem metida para a pequena área à qual Fernando Andrade chegou uma fracção de segundo atrasado transformou-se numa grande penalidade, pois Florenzi puxou o avançado. Um puxão imperceptível à vista desarmada, mas descortinado pelo vídeo-árbitro. Alex Telles converteu o castigo, lançando a euforia no Dragão. Ainda assim, continuava a bastar um golo adversário para tudo ir por água abaixo, pelo que os romanos não deixaram de tentar o tudo-por-tudo, partindo o jogo e abrindo espaço a dois contra-ataques perigosíssimos do FC Porto. Faltou aos dragões o discernimento para definir da melhor maneira. Um quarto golo seria saboroso, mas exagerado. Por muito que Casillas tenha terminado os 120 minutos sem registar uma única defesa.
Foi sem fôlego e já sem o coração - no caso dos adeptos - que chegou ao final mais uma noite europeia no Dragão. Esta fica na prateleira das memórias positivas, pois leva o FC Porto aos quartos-de-final pela primeira vez desde 2014/15.

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por Miran Pavlin às 23:59

Sábado, 02.03.19

Liga NOS, 24.ª jornada - FC Porto 1-2 SL Benfica - Fio da navalha

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A época passada ofereceu, por um par de semanas, um vislumbre dos terríveis - para o FC Porto - anos anteriores, com os dragões a perderem a liderança para o Benfica, recuperando-a face a face. Pouco menos de um ano volvido, essas memórias ressurgem não como um vislumbre, mas como uma fotografia de alta resolução. Jogando no fio da navalha, que é como quem diz, com uma vantagem pontual reduzida ao mínimo, o FC Porto estava perante a hipótese de ganhar folga no comando. A busca por esse desiderato começou da melhor maneira, com Alex Telles a rematar com perigo logo na bola de saída. Com o jogo ainda por desatar, o FC Porto beneficiou de um livre em boa posição. Adrián López, imagine-se, foi chamado à cobrança; o primeiro remate ficou na barreira, mas a recarga saiu para o cantinho do poste, onde Vlachodimos já não conseguiu chegar (19'). O lance foi revisto, pois havia dúvidas sobre se Pepe estaria em fora-de-jogo no momento em que se baixa para a bola passar; mais uma vez foi necessário medir até à biqueira da bota antes de confirmar o golo. Podia pensar-se que estava feito o mais difícil, mas o Benfica não tremeu e respondeu pouco depois (26'), numa transição rápida que nasceu em Seferovic na esquerda e terminou com uma entrada de João Félix na zona fatal, sem oposição. Por duas vezes a bola podia ter sido aliviada, pelo mesmo Adrián e por Manafá, mas os dois perderam no corpo a corpo com o suíço. De uma forma talvez demasiado fácil. A primeira parte ainda ia a meio, mas ficou a sensação de que o FC Porto não contava sofrer aquele golo e ficou sem saber bem o que fazer. Além de que este não era o melhor jogo para Brahimi trazer a sua versão menos altruísta. De cada vez que procura escavar mais um pouco com a bola, o argelino acaba por baralhar os próprios colegas de equipa, que acabam por não saber para onde se devem mexer, e em que momento. O intervalo chegou em boa hora. No reatamento, contudo, se houve reacção ela não passou de um esboço. A pressão que os encarnados faziam a cada saída de bola obrigava a voltar a trás e começar de novo. Sem conseguir fazer a bola chegar em condições aos homens da frente o FC Porto ficava exposto ao pior. O que viria a acontecer logo ao minuto 52, numa bola metida por Grimaldo para a área; Felipe cortou para o sítio errado e o resto da defesa entrou em pânico. Rafa recolheu a bola, deu-a a Pizzi e recebeu-a logo de seguida, já enquadrado com a baliza para o remate certeiro. Pepe ainda tentou chegar para remediar, mas o mal já estava feito. Sérgio Conceição só refrescaria a equipa nove minutos mais tarde, lançando Soares e Otávio para os lugares de Adrián e Corona. A mexida fez o FC Porto crescer, mas no melhor lance construído pelos dragões no segundo tempo, Samaris tirou não só o pão, como também a manteiga e até o fiambre da boca de Herrera quando o mexicano já tinha armado um remate flagrante (74'). Houve outros lances de perigo para o lado do FC Porto, nomeadamente em remates de longe. Num deles (90'), Vlachodimos fez a defesa da noite, tirando do ângulo o disparo de Felipe. Minutos antes (85') o central acertara na trave ao desviar de cabeça um canto de Alex Telles. O Benfica foi oportuno na forma como deu a volta ao resultado, mas também foi uma equipa muito física. Por muito que tenha feito um grande corte, Samaris devia ter sido expulso por uma entrada a matar sobre Óliver (60'); Jorge Sousa apenas viu caso para cartão amarelo. A reclamação não serve de desculpa para nada. O resultado significa que o FC Porto vê a sua liderança tomada de assalto e está agora dois pontos atrás dos encarnados. Continua no fio da navalha, no fundo. A lâmina é que fere mais depressa a quem corre atrás do prejuízo.

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por Miran Pavlin às 23:59

Terça-feira, 26.02.19

Taça de Portugal, meias-finais, 1.ª mão - FC Porto 3-0 SC Braga - Encaminhado ao intervalo

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Em 2008/09 a FPF transformou a meia-final da Taça de Portugal numa eliminatória a duas mãos. Uma vez que é a única fase da prova em que tal acontece, o simples facto de ser assim dá sempre nas vistas. Por muito poética que a teoria possa ser, na prática disputar a antecâmara da final em dois jogos traduz-se num desarranjo de calendário, pois é frequente algum dos intervenientes ainda estar vivo na UEFA. Daí que por vezes a segunda mão seja jogada meses depois da primeira, como é o caso este ano. No momento desta primeira mão, talvez FC Porto e Braga preferissem que não se tivesse jogado agora. Enquanto os dragões estão na véspera de defrontar Benfica e Roma, os guerreiros acabam de derrapar na corrida pelo inédito título de campeão, ao sofrer duas derrotas consecutivas. Só isso poderá explicar que se tenha assistido a um jogo, digamos, entreaberto. Não foi um bocejo, mas também não houve ataque desenfreado. Entre um ou outro lance prometedor de parte a parte, o FC Porto beneficiou de uma grande penalidade (33') a punir uma saída de Marafona sobre Herrera; o guarda-redes quis limpar a soco e terá acertado meio na bola, meio no adversário. Pareceu uma disputa de bola, pelo que a decisão terá sido um tanto ou quanto áspera, mas o juiz manteve-a após longa conferência com o vídeo-árbitro. Quatro minutos depois do apito o castigo foi finalmente convertido, por Alex Telles. O golo não fez o jogo mudar de figura. Nem os treinadores terão querido fazê-lo mudar. Ao ponto de a primeira substituição no Braga (71') ter ocorrido já depois do 2-0, apontado por Soares ao minuto 63 com uma boa finalização a cruzamento de Otávio. Mesmo que nenhuma das equipas tenha mostrado a sua melhor cara, a vantagem portista era justa. Brahimi tornou-a exagerada em cima do apito final (90'+4'), finalizando com um belo remate em arco um trabalho igualmente bom de Óliver. Apesar de estar bem encaminhada para o lado do FC Porto, a eliminatória está apenas no intervalo e a segunda mão está então agendada para o início de Abril. Sabe-se lá em que estado as equipas lá chegarão...

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por Miran Pavlin às 23:59

Sexta-feira, 22.02.19

Liga NOS, 23.ª jornada - CD Tondela 0-3 FC Porto - Melhor de todos os tempos

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A visita ao Tondela costuma trazer grandes dificuldades ao FC Porto. Até hoje. O Tondela voltou a não querer nada com autocarros na forma como encarou o jogo, mas desta vez os dragões estiveram irrepreensíveis, pelo que este foi o melhor jogo de todos os tempos do FC Porto em Tondela - e Aveiro (2015/16). Ainda para mais quando o departamento médico dos da Invicta vive um período bem atarefado. Com efeito, Manafá, Óliver Torres, Adrián López e Fernando Andrade foram todos titulares, não se tendo sentido qualquer decréscimo no rendimento global da equipa. Tal como no jogo anterior, marcar cedo (11') ajudou a que os dragões se tranquilizassem e lidassem da melhor maneira com qualquer atrevimento do aversário. O golo pertenceu a Pepe, na insistência a uma primeira investida de Herrera. O momento da noite ficou guardado até ao minuto 52. Corona cruzou para Fernando Andrade, mas o brasileiro não fez melhor que rematar contra Ricardo Costa; a sobra caiu direitinha em Óliver, que sem deixar a bola cair desferiu um brilhante remate que bateu no interior do poste direito de Cláudio Ramos antes de cruzar a linha. Que golaço! Candidato a golo da época do FC Porto. O resultado final foi fixado aos 74 minutos por intermédio de Herrera, na sequência de uma bola não aliviada pelo sector recuado dos beirões. O lance começou num cruzamento de Otávio na esquerda, ficando a assistência para Brahimi, do lado contrário. O Tondela não merecia um resultado tão pesado, mas o triunfo do FC Porto não merece contestação.

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por Miran Pavlin às 23:59

Sábado, 16.02.19

Liga NOS, 22.ª jornada - FC Porto 2-0 Vitória FC - Querido visitante

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O Vitória de Setúbal é o mais querido visitante do Estádio do Dragão. Aliás, já nas Antas o era, pois a última vez que os sadinos bateram os dragões remonta a 1988/89 - incluindo todas as competições. A excepção que confirma a regra aconteceu em 2016/17, época em que o Vitória saiu do Dragão com um empate (1-1) de consequências amargas para o FC Porto. Daí que nesta visita o FC Porto mais uma vez tenha saído vencedor, novamente sem grandes problemas. Marcar cedo (15') também contribuiu para isso. O autor do golo foi Herrera, que aproveitou um mau alívio da defesa setubalense para encostar de cabeça. O Vitória não quis ser demasiado expansivo no seu jogo, o que fez com que os azuis-e-brancos não tivessem necessidade de se esforçar ao máximo, nem mesmo quando Danilo Pereira foi substituído por lesão (30'). Uma vez que Óliver Torres entrou bem no jogo, não se sentiram desequilíbrios na equipa. O jogo marcou também a estreia de Manafá a titular, com nota positiva - uma nota que só poderá eventualmente ser revista quando, e se, o lateral defrontar adversários de outros pergaminhos. O segundo tento portista surgiu já na segunda parte (60'), num cabeceamento de Soares a cruzamento de Alex Telles. O resultado ficava assim encaminhado em definitivo, sobrando tempo para o guardião sadino Cristiano fazer uma ou outra defesa e para André Pereira (61') e Fernando Andrade (77') irem a jogo; o primeiro à procura de minutos, o segundo em busca de um lugar como titular. Titularidade essa que hoje bafejou Adrián López, quiçá a colher dividendos do golo apontado em Roma. Repetindo palavras já escritas neste blog, pouco mais fica deste jogo para memória futura. Os serviços mínimos do FC Porto foram mais que suficientes.

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por Miran Pavlin às 23:59

Terça-feira, 12.02.19

Liga dos Campeões, oitavos-de-final, 1.ª mão - AS Roma 2-1 FC Porto - Fora e dentro

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Sérgio Conceição avisou na antevisão que seria necessário defender bem e a equipa correspondeu à deixa entrando no jogo com bola, mas de espírito pouco expansivo. Apesar de um ou outro susto de Felipe nos primeiros minutos, no global a equipa parecia estar segura daquilo que precisava fazer para levar um bom resultado para a segunda mão. No entanto, em certos momentos durante o primeiro tempo ficou a ideia de que talvez o FC Porto pudesse ter feito um pouco mais, pois a Roma ia permitindo que os dragões chegassem ao último terço sem grandes problemas. Talvez a estratégia fosse cansar o adversário e prolongar ao máximo o 0-0, mas a este nível é preciso que corra tudo muito bem para que surta efeito. Os giallorossi visaram a baliza algumas vezes, mas Casillas esteve firme, negando de forma vistosa as tentativas de Dzeko (38'), Cristante (50') e Lorenzo Pellegrini (67'). Até que o coelho saiu mesmo da cartola, quando Dzeko trabalhou na área e colocou em Zaniolo, que atirou a contar (70'). Pouco depois (76') os mesmos homens repetiram a dose, desta vez com Zaniolo a aproveitar o ressalto de um remate ao poste. De súbito, o FC Porto via a eliminatória quase por um fio, ainda para mais quando tinha acabado de perder Brahimi por lesão (68'). O argelino foi rendido por Adrián López - talvez o jogador mais intrigante do FC Porto do século XXI - que não tardou em tornar-se no herói improvável dos dragões (79'), ao aparecer no sítio certo para tirar o melhor partido de um chutão sem grande nexo de Soares. Herrera ficou perto do golo num belo remate em arco (83') e o lateral Kolarov passou os últimos minutos mais subido na tentativa de desequilibrar, mas o substrato do jogo ficaria mesmo concentrado naqueles cerca de dez minutos. Quando estava quase fora, o importante golo fora trouxe o FC Porto de volta para bem dentro da eliminatória. Se na segunda mão o equilíbrio de forças for idêntico, a derrota vai doer a quem perder.

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por Miran Pavlin às 23:59

Sexta-feira, 08.02.19

Liga NOS, 21.ª jornada - Moreirense FC 1-1 FC Porto

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Domingo, 03.02.19

Liga NOS, 20.ª jornada - Vitória SC 0-0 FC Porto

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Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 23:59



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