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CORTE LIMPO

Todas as fotografias neste blog encontram-se algures em desporto.sapo.pt, salvo indicação em contrário


Terça-feira, 28.01.20

Liga NOS, 18.ª jornada - FC Porto 2-1 Gil Vicente FC - Ajuste de contas

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A fase minhota da época do FC Porto terminou com uma recepção ao Gil Vicente. Os dragões tinham contas a ajustar, devido ao triunfo gilista no arranque do campeonato, mas nem isso fez com que a equipa segurasse o jogo pelos colarinhos. Numa primeira parte em geral monótona, foi por pouco que o FC Porto não saiu para o intervalo a perder. Ao minuto 45, num contra-ataque bem desenhado, Sandro Lima abriu o activo para os gilistas, com uma finalização que não deixou Marchesín bem visto. Os dragões não se desmoronaram porque Marcano, na jogada seguinte, apareceu a desviar de cabeça um cruzamento de Uribe (45'+2'). Antes, já cada equipa tinha disposto de uma boa oportunidade; o Gil Vicente através de um contra-ataque conduzido pelo mesmo Sandro Lima, que parou na mancha de Marchesín, o FC Porto num passe de Romário Baró a isolar Marega, que estragou tudo com um péssimo domínio. No fundo, fez o que era para ter acontecido em Alvalade no lance do primeiro golo desse jogo. O FC Porto completaria a reviravolta com um bom golo de Sérgio Oliveira (57'), num remate em arco à entrada da área, ajustando assim as contas pelos mesmos números da primeira volta. No cômputo geral, o FC Porto não mostrou muito em campo, nem mesmo nos minutos após a expulsão do gilista João Afonso (73'), por acumulação de cartões amarelos; ao ponto de terem ficado na retina as duas boladas que o árbitro Rui Oliveira inadvertidamente levou. Salvou-se o resultado.

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por Miran Pavlin às 23:59

Sábado, 25.01.20

Final da Taça da Liga - SC Braga 1-0 FC Porto - No poste

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Dê por onde der, o FC Porto não consegue ganhar a Taça da Liga. Acontece sempre alguma coisa pelo caminho. Desta vez aconteceu quando o FC Porto já tinha um pé sobre a meta - leia-se minuto 90+5 -, altura em que Ricardo Horta apareceu no lugar certo para aproveitar uma bola desviada pela defesa dos dragões. Não havia mesmo tempo para mais. A partida teve a mesma intensidade do recente encontro do Dragão, mas sem golos e com menos peripécias. Foi, isso sim, um jogo sob o signo dos postes. Nesse capítulo, é difícil entender como pôde Soares acertar na trave quando estava numa posição tão boa (38'). O lance foi muito mais flagrante que o cabeceamento do bracarense Raul Silva, já sobre o final do tempo regulamentar. A partida terminou, literalmente, quando já não se esperava outra coisa que não as grandes penalidades. É a segunda Taça da Liga a entrar no museu do Braga. Uma prova que o FC Porto tanto desprezou, que agora que a quer, ela se transformou num sonho inatingível. Até ao dia.

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por Miran Pavlin às 23:59

Quarta-feira, 22.01.20

Taça da Liga, meias-finais - Vitória SC 1-2 FC Porto

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Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 23:30

Sexta-feira, 17.01.20

Liga NOS, 17.ª jornada - FC Porto 1-2 SC Braga - Má altura

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As jornadas em que há clássico de Lisboa são sempre de responsabilidade acrescida para o FC Porto, que tem aí uma oportunidade de mexer na diferença pontual para os tradicionais rivais. Daí que seja sempre má altura para tudo o que não seja ganhar. E foi isso que não aconteceu - ao FC Porto, claro - no final de um jogo intenso, com muitos contactos, quase sempre no fio da navalha. O Braga abriu o marcador cedo (5'), por Fransérgio, que aproveitou uma segunda bola para rematar por entre o aglomerado de jogadores em frente à baliza. O lance teve escrutínio no vídeo-árbitro, para aferir se um bracarense em fora-de-jogo interferiu com Marchesín. O FC Porto soube reagir. Na verdade, até nem fez um mau jogo, mas o que fez, mesmo assim não foi suficiente. Ter um Marega trapalhão na hora de definir os ataques não ajudou, mas haverá pior que desperdiçar duas grandes penalidades? Na primeira (44'), Alex Telles viu Matheus defender com os pés; depois foi Soares a atirar ao poste (54'). Que galo. O golo portista chegaria quase por acaso, com Soares, meio aos trambolhões, a desviar um cruzamento de Marega. Assistia-se ao que parecia ser um duelo de titãs. E não é para menos, ou não fosse este um encontro que na história já foi Supertaça, final de Taça de Portugal, de Taça da Liga e de Liga Europa. Na dança das substituições seria o Braga a sair por cima, com a entrada de Galeno (60'), que deu um fôlego extra ao ataque. O resultado foi o segundo golo (75'), com um cabeceamento cruzado de Paulinho, ao primeiro poste, a canto de Sequeira. Só aí Sérgio Conceição mexeu, lançando às feras Luis Díaz (76') e Aboubakar (80'), mas sem grandes efeitos. A última oportunidade do jogo seria mesmo dos guerreiros (88'), num bom contra-ataque que parou na mancha de Marchesín. Foi a primeira vitória do Braga em casa do FC Porto para a Liga desde 2004/05.

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por Miran Pavlin às 23:59

Terça-feira, 14.01.20

Taça de Portugal, quartos-de-final - FC Porto 2-1 Varzim SC - Meio do caminho

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A ideia já foi veiculada noutras ocasiões, mas cá vai de novo: a Taça de Portugal tende a esbater a diferença entre equipas, independentemente da divisão em que militem. Nem sempre acontece, claro, mas é frequente, e foi o caso nesta recepção dos dragões ao secundário Varzim. Mesmo defrontando uma equipa em boa forma, Sérgio Conceição não deixou de efectuar mudanças no onze, fazendo entrar Diogo Costa, Saravia, Sérgio Oliveira - que aproveitou para ganhar ritmo após lesão - e Fábio Silva. O resultado foi um FC Porto a meio do caminho. A equipa não esteve propriamente desligada, mas a verdade é que não pressionou o adversário tanto quanto deveria. Mesmo assim, os dragões chegariam ao golo (28'), por Soares, que atravessa uma fase prolífica como já não tinha, talvez, desde que chegou ao clube em Janeiro de 2017. Os poveiros, que vinham jogando de igual para igual, chegariam ao empate ao minuto 36, num livre directo cobrado por Hugo Gomes. A bola levou lume. Os apuros foram momentâneos, já que Marcano, de cabeça, recolocou o FC Porto na dianteira (41'), na sequência de um livre junto à linha de fundo. A postura do FC Porto não se alterou para a segunda parte, o que deixava os lobos do mar suficientemente à vontade para ameaçar nova igualdade, principalmente através de transições rápidas. Talvez o Varzim merecesse ter levado o jogo para o prolongamento, mas para isso teria sido necessário o FC Porto se descontrolar, o que, na verdade, não chegou a acontecer. Fica a boa imagem deixada pelos varzinistas.

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por Miran Pavlin às 23:59

Sexta-feira, 10.01.20

Liga NOS, 16.ª jornada - Moreirense FC 2-4 FC Porto

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Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 23:50

Domingo, 05.01.20

Liga NOS, 15.ª jornada - Sporting CP 1-2 FC Porto - Borrego

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Foi um clássico de forte conotação gastronómica. Além de ser o prato forte da jornada, juntava duas equipas entre a fome e a vontade de comer; e ainda podia haver borrego no final. Antes, porém, havia um jogo de futebol para disputar. Seria o FC Porto a sair na frente (6') graças a um golo quase por acaso de Marega. Lançado por Corona, o maliano desmarcou-se bem, mas dominou tão mal a bola que enganou o guarda-redes. Pelas imagens, fica a ideia de que Marega queria tirar Luís Maximiano do caminho para depois encostar, mas esse toque imperfeito acabou por ser o suficiente para abrir o marcador. Perto do intervalo (44'), uma má reposição de Marchesín deixou Otávio exposto, permitindo ao Sporting construir uma boa jogada colectiva que terminou com um remate de Acuña, ao primeiro poste, para o golo do empate. No segundo tempo os leões coleccionaram lances de grande perigo, mas não houve meio de atinarem com a baliza. Enquanto Vietto encontrou o poste (49'), os remates de Luiz Phellype (55' e 62') e Bruno Fernandes (58') saíram todos um cabelo ao lado do poste. No mais flagrante dos lances (63'), Vietto disparou por cima quando parecia ter o golo feito. Por seu turno, o FC Porto fez cumprir a velha máxima de que quem não marca, sofre (73'). Num canto batido por Alex Telles, Soares ficou solto de marcação e elevou-se para um cabeceamento a contar, em zona frontal. Os dragões teriam mais duas oportunidades claras, mas Maximiano brilhou em ambas, primeiro a negar Soares, que se isolou após tabelinha com Luis Díaz (75'), e mais tarde ao fazer uma óptima defesa a remate do colombiano (90'+2'). O trabalho de Díaz para se enquadrar merecia melhor sorte, mas é para defender que o guarda-redes está lá. O jogo acabou por cair para o lado do FC Porto, mas apetece pensar que se a partida fosse, por exemplo, da época 2015/16, um desses lances do Sporting teria dado em golo, o cabeceamento de Soares teria saído ao lado, e o Sporting teria vencido por 2-1. Uma vez que assim não foi, é mesmo o FC Porto que pode saborear a carne de um borrego que crescia desde Outubro de 2008, data do seu último triunfo em casa dos leões. Já o Sporting fica a 16 pontos da liderança. É certo que no futebol tudo muda demasiado depressa, mas parece certo que o borrego leonino, no que respeita à conquista do campeonato, vai mesmo atingir 18 anos.

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por Miran Pavlin às 23:59

Domingo, 22.12.19

Taça da Liga, fase de grupos - GD Chaves 2-4 FC Porto

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Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 22:30

Quinta-feira, 19.12.19

Taça de Portugal, oitavos-de-final - FC Porto 1-0 CD Santa Clara - Pague um, leve meio

FCPSC.jpgTecnicamente só houve meio jogo. Numa semana marcada pelo rigor do inverno, a chuvada que caiu nos primeiros minutos da segunda parte deixou o relvado impraticável, tornando essa fase do jogo numa pequena lotaria a meio-campo. E insistir em jogar pelo chão não trazia nada de útil. O FC Porto vencia desde o minuto 29, numa finalização de Nakajima na pequena área, após cruzamento de Corona na direita. Os homens do Santa Clara reclaram falta do mexicano antes de cruzar, mas o juiz nada assinalou. Era, portanto, o primeiro golo do FC Porto marcado por um japonês. Se o mau tempo prejudicou as duas equipas, o Santa Clara teve a contrariedade adicional das lesões. Logo ao minuto 22, Nené foi atingido em cheio na cabeça por uma tentativa de remate acrobático de Zé Luís, numa imagem impressionante. O médio seria mesmo levado ao hospital. Mais tarde (66'), o avançado Schettine sairia com uma lesão muscular, aparentemente. O FC Porto não estava a fazer um jogo de encher o olho, pelo que teria sido interessante ver o que o resto do encontro reservava, mas os tais condicionalismos meteorológicos não deixaram. No tocante ao FC Porto, ainda bem que houve aquele golo. Caso contrário, era bem possível que o jogo tivesse durado até às malfadadas grandes penalidades. Nota ainda para a assistência. Se os 19 mil que assistiram à partida anterior foram corajosos, que dizer dos cerca de 11 mil que hoje estiveram nas bancadas?

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por Miran Pavlin às 23:00

Segunda-feira, 16.12.19

Liga NOS, 14.ª jornada - FC Porto 3-0 CD Tondela - Noventa minutos

Os corajosos que se deslocaram ao Dragão numa fria segunda à noite de Dezembro receberam uma prendinha de Natal, na forma de uma exibição portista mais colorida do que tem sido habitual. Soares adiantou cedo o FC Porto com um cabeceamento colocado após cruzamento de Corona na direita (10'), repetindo a dose ao minuto 32 com novo golpe de cabeça, agora na sequência de um canto de Alex Telles desviado por Marega ao primeiro poste. Os golos deram confiança suficiente para o FC Porto lidar bem com um Tondela que nunca deixou de procurar jogar, aliás como costuma acontecer sempre que visita o reduto azul-e-branco. Ainda assim, os beirões não conseguiram criar grande perigo. Como frequentemente acontece neste tipo de jogos, o guarda-redes termina como o melhor da sua equipa. Principalmente na segunda parte, o tondelense Cláudio Ramos foi o homem em foco, mostrando várias vezes serviço com a qualidade que lhe é reconhecida. Toda essa qualidade, no entanto, não chegou para impedir o terceiro tento portista (51'), numa jogada colectiva de fazer inveja ao Barcelona de Guardiola. A movimentação passou por Nakajima e Corona, antes de Soares, de calcanhar, desmarcar Otávio para o golo. Fixava-se aí o resultado final. Com o jogo virtualmente decidido, Sérgio Conceição aproveitou para dar minutos a Fábio Silva (entrou aos 74') e Sérgio Oliveira (aos 79'). A imagem positiva deixada pelo FC Porto no final do encontro resulta da sensação de se ter assistido a uma exibição que durou noventa minutos. Devia ser a norma por esta altura do campeonato, independentemente de qual tivesse sido o resultado, mas não tem sido bem assim.

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por Miran Pavlin às 23:59



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