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CORTE LIMPO

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Sábado, 06.06.15

CD Nacional 2014/15 – 7.º lugar – 13v, 8e, 13d, 45gm-46gs, 47 pts

O Nacional começou a temporada com o pé esquerdo, mas terminaria livre de tremores e suores frios, e a lutar pelo acesso à Liga Europa. Os insulares deram sequência à eliminação no playoff da Liga Europa 2014/15, frente ao Dinamo Minsk, com uma primeira volta terrível, em que viram o rosto do pesadelo bem de perto. Cinco vitórias e três empates nos primeiros 17 jogos deixavam os alvinegros no 12.º lugar, mas o campeonato virou quando iam numa série de quatro triunfos, a sua melhor da época. O tónico para uma segunda volta mais conseguida terão sido os triunfos em casa de Paços de Ferreira e Moreirense (ambos por 2-3), nas jornadas 17 e 18, no arranque de uma série de quinze jogos sempre a marcar golos.

Eram as primeiras vitórias longe da Choupana – só haveria mais uma, na 33.ª jornada – e abriram caminho a mais sete triunfos e cinco empates. O Nacional só chegaria à primeira metade da classificação à passagem da jornada 20, e apenas atingiu o sétimo lugar precisamente na última jornada. É mais uma prova de que Manuel Machado não perde o controlo quando orienta clubes que equipam de preto e branco. Assim foi em Guimarães, e continua a ser no Nacional.

O futebol da equipa melhorou de qualiade com o avançar da competição. Mario Rondón e Lucas João contribuíram com alguns golos, nomeadamente a meio da campanha, mas o verdadeiro obreiro da recuperação do Nacional foi Marco Matias. O avançado viveu a melhor época da sua carreira, apontando nada menos que 17 golos, que fizeram de si o melhor marcador português do campeonato. Excluindo o naturalizado Liedson, não havia um português a marcar tantos golos numa época desde os 18 de Simão Sabrosa em 2002/03.

A presença nas meias-finais da Taça de Portugal acabou por ser o ponto alto da temporada. Os insulares desenvencilharam-se de Alcanenense (6-1), Ribeirão (2-0) e Santa Maria (2-1), antes de um confronto mais difícil nos quartos-de-final. O adversário era o Marítimo, e o jogo arrastou-se até às grandes penalidades, que duraram oito rondas, até o holandês Ramsteijn falhar, dando ao Nacional uma vitória por 5-6. Nos 120 minutos verificara-se um 1-1, com ambos os golos a surgirem também de grande penalidade. Nas meias-finais, o Sporting repetiu o que já tinha acontecido em 2011/12 e eliminou o Nacional em duas mãos (agora com 3-2 no agregado).

No final, podia ter sido pior para o Nacional, que começou candidato a um lugar europeu e rapidamente teve que redefinir objectivos. Conseguirá apresentar uma candidatura mais forte na próxima época?

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por Miran Pavlin às 15:15




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