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CORTE LIMPO

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Sábado, 03.10.20

Liga NOS, 3.ª jornada - FC Porto 2-3 CS Marítimo - Foi de vez

FCPMAR.jpgPerdoem-me os que acham que não há duas sem três, mas dizem que à terceira é de vez. E foi. O FC Porto desperdiça os primeiros pontos à jornada 3. Já no caso do Marítimo, à 41.ª é que foi de vez. Esta é a primeira vitória dos insulares em casa do FC Porto para o campeonato. Para o FC Porto, foi um daqueles ingratos jogos em que a equipa tenta de tudo, mas acaba vergada à culpa própria. A grande penalidade desperdiçada por Alex Telles (88'), com defesa de Amir, foi apenas o último sublinhado de um desfile de peripécias que correram sempre de feição ao Marítimo. Desde o lance em que a bola não entra por um triz na sua baliza (70'), até ao segundo golo dos verde-rubros (52'). Aí, foi um livre de Correa contra a barreira a gerar uma recarga de Getterson que bateu na trave e caiu certeira na cabeça de Rodrigo Pinho. E nem se pode dizer que não houve aviso, num golo de Correa que não valeu por fora-de-jogo (12'). Aos 24, contou mesmo, por Rodrigo Pinho, que trabalhou bem na área sobre Mbemba e colocou certeiro no poste mais distante. Diogo Costa ficou sem reacção, e talvez pudesse ter feito mais. O FC Porto ainda empataria, por Pepe (42'), que fugiu bem à marcação e desviou de cabeça um canto de Alex Telles, mas foi como se essa carambola do segundo golo maritimista tivesse derrubado também alguma coisa na psique do FC Porto, que não encontrou forma de transformar o seu pendor ofensivo em golos. Ao mesmo tempo, as vantagens no marcador acabavam por validar tudo o que o Marítimo ia fazendo de bom em campo, principalmente do ponto de vista defensivo. Numa semana em que os comandados de Lito Vidigal foram alvo de críticas por terem abusado do anti-jogo na partida anterior, houve dez minutos de descontos na segunda parte, mas até nem pareceu ter havido motivo para tanto. Foi nesse período, já com o FC Porto inteiramente inclinado sobre a área contrária, e já até com o proscrito Zé Luís em campo, que um contra-ataque finalizado por Nanu deu o terceiro golo do Marítimo (90'+4'). Otávio ainda reduziria (90'+9'), num remate que sofreu um desvio e traiu Amir, mas já era muito tarde. O FC Porto não foi bafejado pela sorte neste jogo. O Marítimo fez por merecê-la, por ter defendido tão bem e aproveitado da melhor forma as poucas saídas ao ataque. Fez lembrar 2018/19, ano em que o FC Porto também sofreu uma derrota caseira por 2-3 à 3.ª jornada, então com o Vitória de Guimarães. Na altura custou caro, nas contas finais.

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por Miran Pavlin às 23:59


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