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CORTE LIMPO

Todas as fotografias neste blog encontram-se algures em desporto.sapo.pt, salvo indicação em contrário


Domingo, 08.12.19

Liga NOS, 13.ª jornada - Os Belenenses SAD 1-1 FC Porto

BELFCP.jpg

Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 23:00

Quarta-feira, 29.05.19

OS BELENENSES SAD 2018/19

BEL - golo (já SAD).jpg

Depois de vários anos de candeias às avessas, clube e SAD chegaram a vias de facto. Não tendo sido renovado o protocolo que unia as duas entidades, a SAD perdeu, numa fase inicial, o direito de usufruir das instalações e do nome do clube; no decorrer da época ser-lhe-ia também vedado o uso dos símbolos do Belenenses. Consumava-se, portanto, um imbróglio com ramificações aparentemente intermináveis. Enquanto a SAD preparava mais uma época na Liga NOS, o clube criava uma equipa própria, que tomou parte na I Divisão da AF Lisboa (correspondente ao sexto escalão do futebol nacional). A quem creditar, então, os registos deste Belenenses 2018/19? Pela lógica, à SAD, mas tal implicaria separar os registos de todos os anos anteriores em que competiu como SAD. No entanto, uma vez que SAD e clube eram entendidos como um só, essa separação não pode ser feita, sob pena de o clube ficar com anos vazios no seu historial. A solução mais simples será manter registos de ambos juntos, mas separados, numa situação tão confusa quanto aquela provocada pelo diferendo entre as partes.
Assim, enquanto a equipa do CF Os Belenenses se sagrava campeã da I Divisão do distrital da capital, a formação d'Os Belenenses SAD andava com a casa às costas, a disputar a Liga NOS no Jamor; com excepção das "recepções" a Moreirense e Marítimo (jornadas 20 e 22), que se realizaram no Bonfim. Quão curioso, portanto, que o jogo da 21.ª jornada fosse uma visita precisamente ao Vitória de Setúbal...
Talvez o facto de jogar tecnicamente sempre fora tenha feito com que nas partidas efectivamente extramuros o Belenenses SAD apenas tenha sido derrotado em cinco ocasiões - só Benfica e FC Porto perderam menos vezes como visitantes. De resto, a pior classificação dos azuis em todo o campeonato foi o 12.º lugar (jornadas 6 e 7) e só na recta final, à conta de uma sequência de nove jogos sem vencer, abandonou um sétimo posto que parecia seguro. Essa série incluiu uma terrível derrota com o Sporting (1-8), a pior de sempre do clube/SAD em casa. Nesses nove encontros o Belenenses SAD sofreu nada menos que 28 golos, contribuindo para um total de 51 sofridos, um dos piores registos de sempre do clube/SAD. Aliás, em 78 épocas de I Liga esta foi apenas a oitava vez em que a defesa azul sofreu 50 ou mais golos. No capítulo ofensivo, Licá foi o homem com a pontaria mais afinada, assinando onze golos - nenhum de grande penalidade.
O Belenenses SAD foi ainda a única equipa que não perdeu com o Benfica esta época, registando uma vitória no Jamor (2-0) e um empate na Luz (2-2), depois de estar a perder por dois golos. O jovem Kikas assumiu-se como revelação da equipa, terminando com cinco golos no campeonato.

 

TREINADOR

BEL - Silas.jpgTendo dirigido a equipa em 16 jogos na época passada, desta vez Silas tinha em mãos o desafio adicional de manter o plantel à margem dos problemas directivos. E não se saiu nada mal, pese embora o referido final atribulado.

 

IMAGEM

BEL - golo.jpgO Belenenses SAD ainda a equipar à Belenenses clube.

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por Miran Pavlin às 13:00

Quarta-feira, 30.01.19

Liga NOS, 19.ª jornada - FC Porto 3-0 Os Belenenses SAD - Aplicação q.b.

FCPBEL.jpg

Dizem os entendidos que o melhor para uma equipa esquecer um mau resultado é que o próximo jogo chegue o quanto antes. Assim, quatro dias depois do desaire na Taça da Liga, o Belenenses SAD batia à porta do Dragão e que mais o FC Porto podia pedir senão um adversário que se revelou macio, e que pouco mostrou que pudesse pôr em causa o triunfo que os dragões acabaram por conseguir? Ter sofrido bem cedo (5', por Brahimi) não ajudou à causa dos azuis da capital, por muito que existam exemplos de golos que acabam por soltar quem os sofre. Não foi o caso neste jogo, contudo, ainda que Licá tenha ameaçado num ataque rápido, mas o seu remate saiu à malha lateral (18'). Perto da meia hora Éder Militão cabeceava para o 2-0 e tornava-se claro que o FC Porto dificilmente perderia o jogo. Naturalmente que no futebol as coisas só são certas quando o jogo termina, mas face ao pouco perigo criado pelo Belenenses era quase impossível que outra coisa acontecesse. O FC Porto manteve-se aplicado q.b., e seria bafejado com um terceiro golo à passagem do minuto 71, através de um cabeceamento de Soares em zona frontal. Até final, nota apenas para a entrada de Manafá (80'), que assim somou os seus primeiros minutos pelo FC Porto.

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por Miran Pavlin às 23:59

Domingo, 30.12.18

Taça da Liga, fase de grupos - Os Belenenses SAD 1-2 FC Porto - A salvo

BELFCP.jpg

A Taça da Liga é aquela prova em que o FC Porto habitualmente vive os cenários mais improváveis. Desta vez, para passar o grupo os dragões não podiam nem fazer pior que o Chaves, nem descurar a diferença de golos. Não era, portanto, recomendável que o FC Porto mantivesse a tendência dos últimos jogos internos, nos quais sofreu sempre primeiro. Mas foi isso que aconteceu. Logo ao quarto minuto Reinildo colocou o Belenenses em vantagem, no aproveitamento de uma defesa incompleta de Vaná a uma primeira tentativa de Cleylton. Rápido a reagir nas partidas anteriores, desta vez o FC Porto deixou-se cair num torpor um tanto ou quanto característico quando o jogo é para a competição em apreço. Chegou até a pensar-se se não estaríamos perante mais uma saída portista sem glória e com a honra possível. Ao ponto de Sérgio Conceição, que até nem promoveu alterações de vulto na equipa, não ter sequer esperado pelo intervalo para mexer, e em dose dupla (37'). Na prática tratou-se de uma mudança de ala direita, saindo Maxi Pereira e Bruno Costa para entrarem Hernâni e Soares, recuando Corona para lateral. Os efeitos não foram imediatos, mas ficou a mensagem para a equipa de que o jogo é a doer. Talvez por algum adormecimento à sombra da vantagem, o Belenenses não criou muitas mais situações relevantes ao longo do jogo. Daí que não se revelou fácil responder quando o FC Porto marcou (52'), num movimento simples em que Soares desmarca Brahimi e o argelino coloca no segundo poste onde aparecia Marega para apenas encostar. A reviravolta chegou ao minuto 63, por Soares, que desviou de cabeça um livre de Alex Telles. Entretanto, em Trás-os-Montes o Chaves fazia o 3-1 (76'); mais um golo flaviense colocava o FC Porto fora da final-a-quatro. A notícia foi como que um despertador para uns dragões que se tinham deixado eles próprios relaxar. Aí, foi Mika a marcar pontos, com três defesas vistosas a remates de Hernâni (87' e 90'+1') e Adrián López (89'). Não haveria, contudo, mais golos, quer num encontro, quer noutro. A salvo de um dissabor que não ficou longe, o FC Porto segue para uma meia-final frente ao Benfica.

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por Miran Pavlin às 23:00

Sábado, 24.11.18

Taça de Portugal, 4.ª eliminatória - FC Porto 2-0 Os Belenenses SAD - Sem tripla

FCPBEL.jpgJogos de Taça entre clubes históricos são, à partida, jogos de tripla. Afinal de contas, não há distâncias pontuais, posições classificativas, nem considerações sobre o que ainda aí vem. Este FC Porto-Belenenses, contudo, não foi um jogo assim. Muito por culpa do Belenenses, que não trouxe o seu melhor fato; outra quota-parte de culpa ficou do lado do FC Porto, que facturou logo à primeira oportunidade (13'), por Soares. Numa transição ofensiva Adrián López recebeu a bola já perto da grande área e levantou para Corona, que ofereceu um golo fácil ao ponta de lança brasileiro. Foi por pouco que o segundo golo não surgiu logo depois (15'), numa insistência em que André Pereira e Herrera se atrapalharam mutuamente na hora do remate. Passado o mau tempo criou-se o espaço para uma reacção dos azuis de Lisboa, mas ela não aconteceu. O que vale por dizer que o encontro se desenrolou de forma bastante enfadonha. Sérgio Conceição até nem mexeu em demasia no onze, dando minutos apenas a Fabiano, Adrián e André Pereira, ao mesmo tempo que experimentou Corona a lateral-direito. Não eram mudanças de fundo, daquelas que interferem com o rendimento global da equipa, mas talvez fosse mesmo o jogo que não estava a exigir grandes esforços. O segundo golo apareceu também ao minuto 13, mas da segunda parte. Otávio foi o autor do mesmo, num lance em que pegou na bola a meio do meio-campo contrário e ultrapassou quem lhe apareceu pelo caminho, antes de colocar suavemente à saída do guarda-redes. Pouco antes (55') o mesmo Otávio tinha desperdiçado uma grande penalidade; a redenção foi mais que oportuna. O 2-0 fez com que os poucos motivos de interesse se transformassem em nenhuns, pelo que pouco mais restou senão aguardar pelo apito final e pela confirmação de que os dragões seguem para a próxima eliminatória. Mbemba, um dos elementos menos utilizados, ainda jogou quatro minutinhos - mais descontos - por troca com um Óliver que vem vivendo a sua melhor fase desde que está no FC Porto.

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por Miran Pavlin às 23:59

Domingo, 19.08.18

Liga NOS, 2.ª jornada - Os Belenenses SAD 2-3 FC Porto

BELFCP.jpg

Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 22:50

Segunda-feira, 02.04.18

Liga NOS, 28.ª jornada - CF Os Belenenses 2-0 FC Porto - Estocada

CFBFCP.jpg

Costumava ser só no Marítimo. Nos tempos que correm, contudo, é preciso juntar também a antiga Mata Real e este Restelo à equação de campos minados para o FC Porto. Antes do jogo, a percepção geral era de que a paragem de duas semanas para os compromissos das selecções era benéfica para os azuis-e-brancos, no sentido de recuperarem a fadiga acumulada em alguns jogadores, mas a verdade é que essa ideia era uma falácia, pois diversos elementos do plantel foram forçados a longas viagens. E alguns nem chegaram a entrar em campo, ou regressaram tocados. O que vale por dizer que Sérgio Conceição era mais uma vez obrigado a magicar um melhor onze possível. Apostando num 4x4x2 com Soares e Aboubakar na cabeça do ataque, Ricardo voltou a ser ala direito e Brahimi ocupou a esquerda, com Herrera e Sérgio Oliveira a assegurarem o centro; as novidades estavam na defesa, onde Alex Telles regressava após lesão e o central venezuelano Osorio, reforço de inverno, se estreou. Conceição só não conseguiu controlar uma coisa: o estado de espírito dos jogadores. Principalmente depois de o Belenenses ter aberto o marcador. O primeiro perigo até veio do FC Porto (2'), num cabeceamento de Felipe que o guarda-redes contrário segurou, mas seguiu-se o acidente da noite (10'). Um alívio da defesa portista caiu pouco à frente da linha de meio-campo, Sérgio Oliveira ficou a ver o adversário cabecear para a frente, Felipe e Osorio chocaram ao acorrer à mesma bola e Nathan ficou sozinho perante Casillas. O avançado dos azuis picou a bola sobre o espanhol para o primeiro golo.
A ausência de resposta pronta ao golo sofrido conduziu àquilo que viria a ser a nota principal da exibição do FC Porto: uma ansiedade que ainda não se tinha visto esta temporada. A bola queimava nos pés de cada jogador, a indecisão era grande sobre o que fazer com ela e os lances eram criados aos soluços. Para quem via o jogo pela televisão, era evidente que os homens do FC Porto jogavam de rosto fechado e olhar perdido no vazio. Decerto que não era medo, mas quase. Do outro lado, o Belenenses jogava tranquilo. Evidentemente que é mais fácil encarar o adversário quando se está em vantagem; e muito mais quando este não consegue responder em condições. Os azuis conseguiram reeditar aquilo que de melhor fizeram aquando da visita do Benfica, em que ficaram a segundos de vencer. Concentrados mentalmente e disciplinados na forma como se colocavam em duas linhas atrás de onde a bola estivesse, os da casa não concediam espaços ao FC Porto, nem tempo para o portador da bola jogar. Numa frase, a estratégia surtia efeito.
Ainda assim, o FC Porto teve algumas oportunidades, nomeadamente em remates que saíram a rasar o poste. Também nesses lances ficou à vista a ansiedade que ia consumindo os dragões, pela forma como levavam as mãos à cabeça ao ver a bola escapar-se pela linha de fundo. Só o intervalo poderia fazer o FC Porto começar de novo, mas nem isso; o Belenenses não se abria. Ao minuto 56 Conceição mexeu: trocou Aboubakar por Gonçalo Paciência e tirou Maxi Pereira para meter Paulinho. Ricardo recuou, na tentativa de dar a largura de ataque que nem o uruguaio, nem Telles - quiçá sem ritmo - estavam a dar. O FC Porto teve aí as suas melhores oportunidades (62 e 63'), mas André Moreira respondeu com defesas estupendas a novo cabeceamento de Felipe e a um desvio de Paciência na pequena área. Se já estava escrito a lápis, ficou a negrito: naquela baliza a bola não vai entrar. O técnico belenense Silas, por seu turno, teve toque de Midas. Tirou o autor do golo para entrar Maurides (66'), e o brasileiro deu a estocada final nos dragões apenas quatro minutos depois, com uma forte cabeçada em frente à baliza, após livre lateral batido por Fredy.
No quarto de hora final o Belenenses fechou a loja, passe a expressão. Entregou a iniciativa ao FC Porto e bloqueou os caminhos da baliza. Conceição tirou Osorio e lançou Danilo Pereira (72'), que também regressava após longa paragem, mas não houve meio de dar um sinal de vida, por ténue que fosse. É todo um novo campeonato que começa nesta recta final. Em escassas três jornadas os cinco pontos de avanço que o FC Porto tinha tornaram-se em um de atraso. Por outro lado, tudo está na mesma, pois dragões e águias continuam a depender de si mesmos para cortar a meta em primeiro. Não restam dúvidas de que a hora das grandes decisões chegou.

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por Miran Pavlin às 23:45

Sábado, 04.11.17

Liga NOS, 11.ª jornada - FC Porto 2-0 CF Os Belenenses - Espuma dos dias

FCPCFB.jpg

A percepção que há meses boiava na espuma dos dias finalmente deu à costa, trazida por uma leve corrente de lesões. Trata-se da exiguidade do plantel do FC Porto, que pela primeira vez foi posta à prova. Sem Danilo Pereira nem Marega, ainda sem Soares, e com Corona tocado, foi necessária alguma ginástica para montar o onze, no qual Reyes jogou a trinco e Herrera aproveitou para somar créditos. Pela exibição realizada, as alternativas não ficaram a dever nada àqueles que têm jogado mais vezes, sujeitando o Belenenses a momentos de grande sufoco junto à baliza. Não é que os do Restelo tivessem vindo com ideias de jogar com o autocarro, mas as oportunidades de subir no terreno escassearam. Excepção feita a um ou outro remate mais ou menos colocado à baliza do FC Porto, a primeira parte foi uma batalha entre o ataque portista e o guarda-redes Muriel, que só cedeu ao minuto 42, e por muito pouco não defendia também essa recarga de Herrera após ressalto no centro da área. O Belenenses teve a sua melhor oportunidade em cima do intervalo (45'+2'), mas o desvio de Yebda na zona fatal apanhou José Sá no caminho.
A intensidade da pressão do FC Porto decresceu um pouco na segunda parte, permitindo ao Belenenses respirar com bola em terrenos mais avançados, mas a defesa dos da casa, sem baixas, não passou por grandes dificuldades. À hora de jogo, Corona acabou por ir a jogo, no lugar de Hernâni, que passou despercebido. Mais tarde, Sérgio Oliveira (75') e Galeno (76') foram a jogo, rendendo André André e Brahimi. Faltava apenas o proverbial golo da tranquilidade, que se fez esperar até ao último minuto do tempo regulamentar, altura em que um ataque rápido isolou Aboubakar, que ajeitou e picou com classe sobre Muriel. As curtas linhas deste texto denotam que o jogo não teve muita história. Valeu a boa resposta da equipa face às alterações efectuadas. A boiar na espuma dos dias do FC Porto continua Óliver Torres, que mais uma vez foi suplente não utilizado.

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por Miran Pavlin às 23:15

Sábado, 03.06.17

CF OS BELENENSES 2016/17

A convulsão interna do Belenenses parece ter passado para a equipa, que pareceu sempre em perda, depois de um breve período de algum fulgor até à sexta jornada da Liga NOS. Duas vitórias – Tondela (f) e Nacional (c) – e três empates – Boavista (c), Guimarães (f) e Arouca (c) – colocavam os azuis no sétimo lugar, mas a jornada seguinte traria mudanças. Além de ver a sua equipa sair de Chaves derrotada (3-1), Julio Velázquez não pôde contar com Sturgeon, devido a um processo disciplinar que o técnico espanhol não entendeu nem aceitou. Extremadas as posições, o treinador saiu.

Já com Quim Machado ao volante o Belenenses apurou-se para a fase de grupos da Taça da Liga ao vencer no Bessa (0-1), mas no campeonato foram precisos mais dois jogos até obter um triunfo, que apareceu então na 10.ª jornada, na Feira, com um tento precisamente de Sturgeon. Seria o início da última fase positiva do Belenenses na Liga, antecedendo uma segunda volta marcada pelas nove derrotas, sete das quais consecutivas, entre as jornadas 25 e 31. É certo que os homens da cruz de Cristo não perderam entre as jornadas 19 e 24, mas a série negra teve efeitos nefastos, já que fez o clube descer até ao 13.º lugar ao fim de 29 jogos.

 

MOMENTO DA ÉPOCA

A derrota caseira com o Estoril (1-3) nessa jornada 29 causou grande mal-estar nos adeptos azuis, que fizeram questão de mostrar o seu desagrado com uma espera à equipa à saída do Restelo. Abel Camará foi o jogador mais visado, sendo mesmo apertado por alguns adeptos. Quim Machado não resistiu a essa pressão e chegou a acordo para a rescisão do seu contrato, sendo substituído por Domingos Paciência.

A resposta efectiva às críticas chegou ao terceiro jogo do novo técnico, e logo no jogo teoricamente mais difícil que o Belenenses ainda tinha pela frente. Na visita a Alvalade, até foi o Sporting a abrir o marcador (Bruno César, 52’), mas o Belenenses reagiu, e de que maneira, operando uma reviravolta histórica, com golos de Abel Camará (g.p., 65’) – festejado efusivamente –, Dinis Almeida (84’) e Gonçalo Silva (88’). Era a primeira vitória do Belenenses em casa do seu vizinho desde, imagine-se, 1954/55, e levou os mesmos adeptos ao pólo oposto àquele em que estavam semanas antes.

 

FIGURAS

O Belenenses teve o plantel mais português desta edição da Liga NOS, mas o melhor marcador foi o brasileiro Maurides, chegado em Janeiro, com seis golos. Abel Camará apontou quatro, um à frente de Tiago Caeiro. Miguel Rosa ficou-se por um tento apenas. João Diogo foi o elemento em destaque no sector defensivo.

 

CONTABILIDADE

Liga NOS: 14.º lugar, 9v-9e-16d, 27gm-45gs, 36 pontos;

Taça de Portugal: afastado logo na 3.ª eliminatória pela Académica (2-0). Para uns estudantes recém-despromovidos, era como se fosse um jogo de I Liga;

Taça da Liga: afastou o Boavista na 2.ª eliminatória; segundo classificado no grupo B, só com empates, atrás do Moreirense, e à frente de Feirense e FC Porto.

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por Miran Pavlin às 12:30

Sábado, 08.04.17

Liga NOS, 28.ª jornada - FC Porto 3-0 CF Os Belenenses

Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 22:00



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