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CORTE LIMPO

Todas as fotografias neste blog encontram-se algures em desporto.sapo.pt, salvo indicação em contrário


Domingo, 12.05.19

Liga NOS, 33.ª jornada - CD Nacional 0-4 FC Porto

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Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 21:25

Sábado, 04.05.19

Liga NOS, 32.ª jornada - FC Porto 4-0 CD Aves - Fé depositada

FCPAVE.jpgCom a nau portista a adornar, à conta da agitação da pretérita jornada, a recepção ao Aves podia facilmente tornar-se num presente envenenado. Ainda para mais quando a turma avense ainda não tem a manutenção garantida. As hipóteses de um resultado inesperado começaram a encolher à passagem do minuto 18, quando Corona desviou, na pequena área, um cruzamento de Alex Telles. Um toque subtil do mexicano, de cabeça. À meia hora os dragões elevavam, por Soares, na conversão de uma grande penalidade por mão na bola de Jorge Fellipe. Embora - na maioria dos casos - um jogo de futebol só esteja resolvido quando acaba, na prática esta partida ficava virtualmente resolvida com cerca de uma hora por jogar. Pouco mais se regista além do curto espaço de tempo (68' e 70') no qual o FC Porto transformou o resultado numa goleada. No terceiro golo Manafá estreou-se a marcar pelos azuis-e-brancos, com um remate cruzado, no aproveitamento de uma sobra de uma primeira investida de Marega. Já o último golo da noite foi também o melhor. Parecia mesmo vindo da PlayStation. Marega remata desde a direita, Beunardeau defende para a frente e deixa a bola em Corona, que falha o remate; esta vai ter com Brahimi, que entretanto entrava pela esquerda, e o argelino toca para trás, de calcalnhar, para Soares receber e rematar certeiro para o seu bis. Se já estava resolvido, o jogo ficava agora selado. O último destaque vai para Aboubakar, que voltou à competição pouco mais de sete meses depois da lesão sofrida na recepção ao Tondela, na 6.ª jornada da Liga. O camaronês jogou onze minutos, sem influência no jogo. Corrigindo, na medida do possível, o empate de há uma semana, o FC Porto continua a depositar toda a sua fé num resultado adverso do líder. E todas as esmolas podem não chegar.

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por Miran Pavlin às 23:00

Sexta-feira, 26.04.19

Liga NOS, 31.ª jornada - Rio Ave FC 2-2 FC Porto - Bomba

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Nas últimas linhas do texto sobre o FC Porto-Benfica escrevi que os dragões continuavam no fio da navalha e que a lâmina fere mais depressa a quem corre atrás do prejuízo. Estava enganado. A luta pelo título não se faz com armas brancas, antes com artilharia. E foi, justamente, uma bomba que rebentou no caminho por onde passava a coluna portista, na forma de um empate potencialmente catastrófico. Até porque o FC Porto tinha passado largos minutos a vencer por dois golos de diferença, fruto de um início de jogo com foco total na tarefa que tinha em mãos. Brahimi abriu o activo ao minuto 18, de cabeça, solicitado por Otávio, antes de Marega duplicar a vantagem (22'), num remate de ressaca que desviou em Junio Rocha. A Liga considerou mesmo auto-golo do lateral rioavista; erradamente, na opinião do Corte Limpo, mas quem somos nós...
Certo é que a intensidade do futebol portista decresceu após o 0-2. O Rio Ave continuou tranquilamente aquilo que já estava a fazer. Tal traduzia-se numa ou noutra investida de parte a parte, mas muito espaçadas no tempo. Até que o FC Porto desligou. Nem o aviso de Filipe Augusto, através de um remate à trave (73'), serviu para que os azuis-e-brancos percebessem que o jogo ainda estava a rolar. O rastilho acender-se-ia ao minuto 85 com o golo de Nuno Santos, que só teve que encostar após assistência de Gelson Dala, e a tal bomba explodiria no final do tempo regulamentar, através de um remate de Ronan, em zona frontal, que desviou em Alex Telles e traiu Casillas - aqui a Liga entendeu não atribuir auto-golo. Quem somos nós...
Já agarrado a tudo quanto eram adereços religiosos, o FC Porto tentou um último esforço, mas em vão. Os dragões pagavam bem caro o adormecimento nesses dez minutos finais e ficam agora dois pontos abaixo do líder. No próximo episódio, as eventuais ondas de choque da explosão. Não percam...

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por Miran Pavlin às 23:59

Sábado, 20.04.19

Liga NOS, 30.ª jornada - FC Porto 1-0 CD Santa Clara - Sem sal

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Não é fácil começar a escrever um texto sobre um jogo em que a equipa mais provável, jogando em casa, vence com um golo solitário e pouco mais há a registar. Não querendo agarrar-nos à proverbial ressaca europeia, também não nos é possível desbravar caminho pela igualmente proverbial incerteza da margem mínima, pois o Santa Clara não foi uma equipa particularmente ameaçadora. Ainda assim, os açorianos tiveram dois golos invalidados por fora-de-jogo (9' e 41'), ambos em lances de contra-ataque. Noutra jogada de transição rápida (23'), o Santa Clara criou perigo, mas o remate cruzado de Osama Rashid saiu uma nesga ao lado do poste. O FC Porto pouco mais deixou que o golo de Marega (18'), no aproveitamento de uma defesa de Marco para a frente, após remate de Otávio. Com efeito, o mais perto que os dragões estiveram de resolver o jogo foi já aos 75 minutos, quando o guardião dos insulares se estirou para uma óptima defesa a um remate de Fernando Andrade - ele que tinha começado a época precisamente no Santa Clara. O sal deste jogo foi tão pouco que o próprio golo, o também proverbial sal do futebol, parece nem ter existido. Mas existiu. E ainda bem - para os portistas, claro -, caso contrário teria sido o fim da picada.

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por Miran Pavlin às 23:30

Quarta-feira, 17.04.19

Liga dos Campeões, quartos-de-final, 2.ª mão - FC Porto 1-4 Liverpool FC - Diferença fulcral

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É incrível como por vezes o futebol não faz sentido nenhum. Serve isto para dizer que é muito difícil relacionar o resultado final com a estatística que diz que Casillas não fez uma única defesa. Esse desenlace adverso para o FC Porto faz ainda menos sentido quando se constata que os dragões jogaram de igual para igual com os reds ao longo de praticamente toda a primeira parte. Foi, pois, mais uma amostra de como o futebol pode ser um jogo simples e inexplicável ao mesmo tempo. Embora a tarefa do FC Porto fosse assaz difícil, a equipa não virou a cara à luta e não teve medo de ter a bola e enfrentar o Liverpool com ela nos pés. Os ingleses eram forçados a recuar, mas o FC Porto encravava na hora de definir a jogada; ora elaborava demais e a oportunidade de remate se perdia, ora rematava mal. Ou fraco e à figura. Já o Liverpool era mortífero. Na primeira vez em que subiu à área oposta, marcou, por Sadio Mané (26'). O lance teve que ser confirmado pelo vídeo-árbitro, pois o assistente assinalou fora-de-jogo. Se os dragões já precisavam de um milagre, passavam agora a precisar de que o Liverpool sofresse um cataclismo. Daí que tenha sido natural que a equipa esmorecesse durante alguns minutos. Após o descanso o FC Porto reentrou com alguma intenção, mas foi sol de pouca dura e depressa o Liverpool ficou mais tranquilo em campo. O 0-2, por Salah (65'), não só matou o jogo, como também fez com que o público da casa se erguesse em cânticos de apoio à equipa, que logo retribuiu com um golo (69'). O autor foi Éder Militão, que se elevou no centro da área para desviar um canto de Alex Telles. Esse prémio, justo para aquilo que foi a crença do FC Porto em reverter o resultado da primeira mão, acabou por ficar soterrado por mais dois golos do Liverpool (77' e 84'), ambos de cabeça. Marcaram Firmino, à vontade em zona frontal, e van Dijk, ao segundo poste na sequência de um canto. Essa boa primeira parte do FC Porto faz com que os números finais do jogo sejam demasiado pesados. No cômputo geral da eliminatória, a diferença esteve na eficácia do Liverpool na hora do golo. É a mais fulcral das diferenças...

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por Miran Pavlin às 23:59

Sábado, 13.04.19

Liga NOS, 29.ª jornada - Portimonense SC 0-3 FC Porto - Cabeça limpa

PORFCP.jpg

Poucos jogos são tão inconvenientes como aquele que o calendário faz encravar entre dois encontros europeus em semanas consecutivas. Como se tal não bastasse, no caso presente tratava-se de uma visita ao Algarve; só nas ilhas havia adversário mais distante da cidade do Porto. Estavam, portanto, reunidos todos os ingredientes para que o FC Porto fizesse um daqueles jogos em que as camisolas estão lá, mas a cabeça dos jogadores não. Assim não foi, contudo, pois os dragões cumpriram com o exigido e trabalharam para a construção de uma vitória que não deixa margem para contestação. Se a mente colectiva da equipa estava na Liga dos Campeões, ninguém notou. Ter aberto o marcador relativamente cedo (14') também terá ajudado a que o FC Porto tivesse um final de tarde, grosso modo, tranquilo. Numa jogada de transição rápida, Corona lançou Marega na direita e o maliano cruzou atrasado para Brahimi, que beneficiou do desposicionamento da defesa dos algarvios para rematar certeiro. Para o Portimonense foi caso para dizer que uma desgraça nunca vem só, pois o golo surgiu dois minutos depois da saída forçada do lateral Rúben Fernandes por lesão. Embora não tenha sido uma equipa fechada sobre si própria, a verdade é que o Portimonense terminou sem ter criado momentos de perigo extremo. Mesmo quando encontrou o poste (20'), na sequência de um canto, o desvio foi de Soares para a sua própria baliza. Pese embora a relativa tranquilidade, o segundo golo azul-e-branco fez-se demorar até ao minuto 74, altura em que Marega se isola e pica a bola sobre o guardião dos algarvios. O último golo pertenceu a Herrera, a culminar uma sucessão de cantos; o mexicano só teve que encostar, após defesa incompleta de Ricardo Ferreira. Em suma, foi um FC Porto de cabeça limpa que chegou e saiu do Algarve rumo aos próximos capítulos.

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por Miran Pavlin às 22:00

Terça-feira, 09.04.19

Liga dos Campeões, quartos-de-final, 1.ª mão - Liverpool FC 2-0 FC Porto - Mudar o chip

LIVFCP.jpg

Defrontavam-se neste jogo um clube portador de um palmarés rico, proveniente de um dos países de topo do futebol europeu - se não é considerado um tubarão, pouco lhe falta -, e um dos clubes de ponta de um país médio/médio-alto. Como frequentemente acontece em encontros deste calibre, o FC Porto estava perante a necessidade de deixar de ser a equipa que passa a maioria do tempo com bola junto à área do adversário, transformando-se precisamente nesse adversário que aceita ficar bem fechado junto ao seu último reduto, sempre à espreita do momento em que se pode desdobrar no contra-ataque. Numa frase, o FC Porto precisava mudar o chip em relação àquilo que habitualmente acontece no futebol doméstico. O que não se revelou fácil, a avaliar pelo nervosismo demonstrado pelos dragões sempre que passavam demasiados segundos subjugados à pressão do Liverpool, principalmente durante a primeira parte. Sofrer cedo (5') também não ajudou, ainda para mais quando o golo aparece não só na primeira investida do adversário, como também num desvio que traiu o guarda-redes; sem essa tentativa de corte de Óliver o remate de Naby Keita teria saído à figura de Casillas. O Liverpool criou várias outras oportunidades e chegou ao segundo golo à passagem do minuto 26, numa simples jogada em que o médio Henderson lançou o lateral Alexander-Arnold pela direita e este cruzou para a entrada sem oposição de Firmino. Também é verdade que o FC Porto procurou jogar sempre que teve a bola. Na melhor oportunidade (30'), Marega viu Alisson parar com os pés o seu remate cruzado. Mais confortável no segundo tempo, o FC Porto não deixou que os reds fizessem o marcador avolumar-se como na época passada, o que vale por dizer que a eliminatória fica por resolver, embora aparente estar encaminhada para o lado dos homens de Merseyside, que, de resto, nunca deixaram de tentar um fatídico - para o adversário, pois - terceiro golo. O FC Porto terminou com queixas relativamente a duas hipotéticas grandes penalidades por mão na bola, mas as decisões do juiz espanhol Mateu Lahoz nesses momentos parecem acertadas. O mesmo não se pode dizer do lance entre Salah e Danilo Pereira (85'). Embora não tenha sido maldoso, em vez de jogar a bola o egípcio do Liverpool acertou em cheio, de sola, na perna do internacional português. Tendo em conta lances análogos, o cartão vermelho não seria desajustado, mas nem o amarelo saiu do bolso do árbitro. Talvez tenha havido respeito a mais pelo Liverpool. Ou medo das críticas por expulsar o seu jogador mais perigoso. Como sempre, é inútil insistir nas reclamações; soado o apito final o jogo passa a existir só nos livros de história. Só a segunda mão poderá repor, ou confirmar, os factos.

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por Miran Pavlin às 23:59

Sexta-feira, 05.04.19

Liga NOS, 28.ª jornada - FC Porto 2-0 Boavista FC - Mundo real

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Num mundo ideal os dérbis seriam sempre jogos emocionantes, cheios de peripécias. No mundo real não é bem assim quando o dérbi entre dragões e panteras acontece em casa dos primeiros. A primeira parte foi pouco mais que monótona. Tão monótona que o único golo surgiu de um lance fortuito, no caso uma grande penalidade por derrube de Raphael Silva sobre Brahimi. Soares converteu. O Boavista praticamente só subiu um pouco nos segundos que restaram entre o golo e o intervalo. Logo ao minuto 55, na insistência, Otávio rematou de fora da área para o segundo golo - talvez Bracali pudesse ter feito mais - e o FC Porto ficou mais tranquilo para evitar contratempos de última hora em véspera de jornada europeia. Na prática, um jogo que até aí se tinha disputado nos últimos 35 metros antes da baliza axadrezada, passou a jogar-se junto dos últimos 40 metros dos azuis-e-brancos. O Boavista, contudo, não trouxe criatividade suficiente para relançar o encontro nessa fase em que o FC Porto reduziu a intensidade e consentiu mais posse de bola. No apito final do dia, é mais uma parte que o FC Porto junta à história. O mundo real continua já a seguir.

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por Miran Pavlin às 23:59

Terça-feira, 02.04.19

Taça de Portugal, meias-finais, 2.ª mão - SC Braga 1-1 FC Porto

BRAFCP TP.jpg

Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 23:30

Sábado, 30.03.19

Liga NOS, 27.ª jornada - SC Braga 2-3 FC Porto - À portuguesa

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Se um triunfo sofrido conseguido nos derradeiros minutos é apelidado de "à italiana", então uma reviravolta igualmente sofrida obtida com duas grandes penalidades só pode ser uma vitória à portuguesa. Ainda com aspirações legítimas em matéria de título, o Braga tinha aqui um dos dois jogos absolutamente cruciais que lhe restam - ainda há uma recepção ao Benfica mais à frente. Na verdade, todos os jogos envolvendo Braga e FC Porto até final o são, já que nenhum dos dois se pode dar ao luxo de perder pontos. E foram os guerreiros a entrar melhor, capitalizando logo na primeira oportunidade do encontro (4'). Dyego Sousa lançou Claudemir pela esquerda e o brasileiro cruzou para Wilson Eduardo empurrar para o golo. Talvez Casillas pudesse ter feito mais - defendido, mesmo -, mas preocupou-se mais em levantar o braço a reclamar fora-de-jogo, perdendo assim uma preciosa fracção de segundo. O lance, de resto, é perfeitamente legal. O golo foi a confirmação de que o FC Porto ia mesmo precisar de trabalhar muito. Talvez por causa desse golo madrugador assistiu-se a uma partida aberta, em que ambos os conjuntos lutaram com afinco, não havendo autocarros nem artimanhas afins. Os dragões igualaram à passagem do minuto 26, quando Soares, à boca da baliza, encostou de cabeça após canto de Corona e desvio de Felipe ao primeiro poste; o bracarense Bruno Viana nem deve conseguir dormir, de tão desnecessário que foi o canto. O arranque do segundo tempo trouxe novo dissabor aos azuis-e-brancos. Desta vez, foi um desentendimento entre Casillas e Éder Militão a deixar Murilo a sós com a baliza (47'). Não havia como não marcar. Estava desequilibrado novamente o marcador, mas em campo o nó mantinha-se. Ambas as equipas continuaram o que estavam a fazer até aí, numa luta de igual para igual. Era impossível prever quem venceria. E seria o juiz Jorge Sousa a chamar a si os restantes desenvolvimentos (69' e 77'). No segundo lance parece claro que Claudemir derruba Fernando Andrade, mas a primeira grande penalidade, entre o mesmo Claudemir e Éder Militão, é muito duvidosa. Alex Telles lesionou-se na conversão de forma tão caricata quanto cómica, num misto de ballet com dança contemporânea. Mais escorreito, Soares também não deu hipótese a Tiago Sá, que teve que se contentar com duas belas defesas noutros momentos. O FC Porto prevaleceria, mas houve jogo até ao fim. Para a história, como sempre, fica o resultado. O Braga aparentemente belisca de forma irremediável a sua corrida. Já o FC Porto volta a fazer a sua parte.

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por Miran Pavlin às 23:59



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