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CORTE LIMPO


Quinta-feira, 03.01.19

Liga NOS, 15.ª jornada - CD Aves 0-1 FC Porto

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Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 23:35

Domingo, 30.12.18

Taça da Liga, fase de grupos - Os Belenenses SAD 1-2 FC Porto - A salvo

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A Taça da Liga é aquela prova em que o FC Porto habitualmente vive os cenários mais improváveis. Desta vez, para passar o grupo os dragões não podiam nem fazer pior que o Chaves, nem descurar a diferença de golos. Não era, portanto, recomendável que o FC Porto mantivesse a tendência dos últimos jogos internos, nos quais sofreu sempre primeiro. Mas foi isso que aconteceu. Logo ao quarto minuto Reinildo colocou o Belenenses em vantagem, no aproveitamento de uma defesa incompleta de Vaná a uma primeira tentativa de Cleylton. Rápido a reagir nas partidas anteriores, desta vez o FC Porto deixou-se cair num torpor um tanto ou quanto característico quando o jogo é para a competição em apreço. Chegou até a pensar-se se não estaríamos perante mais uma saída portista sem glória e com a honra possível. Ao ponto de Sérgio Conceição, que até nem promoveu alterações de vulto na equipa, não ter sequer esperado pelo intervalo para mexer, e em dose dupla (37'). Na prática tratou-se de uma mudança de ala direita, saindo Maxi Pereira e Bruno Costa para entrarem Hernâni e Soares, recuando Corona para lateral. Os efeitos não foram imediatos, mas ficou a mensagem para a equipa de que o jogo é a doer. Talvez por algum adormecimento à sombra da vantagem, o Belenenses não criou muitas mais situações relevantes ao longo do jogo. Daí que não se revelou fácil responder quando o FC Porto marcou (52'), num movimento simples em que Soares desmarca Brahimi e o argelino coloca no segundo poste onde aparecia Marega para apenas encostar. A reviravolta chegou ao minuto 63, por Soares, que desviou de cabeça um livre de Alex Telles. Entretanto, em Trás-os-Montes o Chaves fazia o 3-1 (76'); mais um golo flaviense colocava o FC Porto fora da final-a-quatro. A notícia foi como que um despertador para uns dragões que se tinham deixado eles próprios relaxar. Aí, foi Mika a marcar pontos, com três defesas vistosas a remates de Hernâni (87' e 90'+1') e Adrián López (89'). Não haveria, contudo, mais golos, quer num encontro, quer noutro. A salvo de um dissabor que não ficou longe, o FC Porto segue para uma meia-final frente ao Benfica.

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por Miran Pavlin às 23:00

Domingo, 23.12.18

Liga NOS, 14.ª jornada - FC Porto 2-1 Rio Ave FC

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Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 22:00

Terça-feira, 18.12.18

Taça de Portugal, oitavos-de-final - FC Porto 4-3 Moreirense FC - Propaganda

FCPMOR.jpgAconteceu neste jogo o que se esperava que tivesse acontecido aquando da visita do Belenenses na eliminatória anterior. Houve golos, incerteza, alternância, algumas oportunidades claras perdidas e jogo até ao fim. Só não houve Taça em todo o seu esplendor porque ganhou o mais provável. Apesar dos muitos golos, foi como se a partida vivesse de intermitências, começando morna, aquecendo entre os dez e os vinte minutos e arrefecendo até ao golo do empate minhoto em cima do intervalo. Um golo que obrigou o FC Porto a esquecer quaisquer planos que eventualmente tivesse para gerir o esforço na segunda parte. O primeiro pacote de acontecimentos incluiu o golo inaugural dos cónegos, num belo contra-ataque finalizado por Texeira (8'), a saída de Otávio por lesão (11') e a reviravolta portista com golos de Felipe (12') e Hernâni (16'), precisamente homem que entrara minutos antes. O central brasileiro desviou de cabeça um canto de Alex Telles, enquanto o extremo concluiu uma tabelinha pela esquerda com Adrián López com um potente remate cruzado ao ângulo superior contrário.
O resto da primeira parte não foi propriamente monótono, pois o Moreirense quis deixar boa imagem. Tanto que quando se deu por ela o intervalo estava ao virar da esquina, mas ainda houve tempo para o Moreirense desferir um soco no estômago, na forma de um cabeceamento de Iago Santos, a desviar um livre de Bruno Silva (45'+2'). Um tipo de golo que o FC Porto já sofreu algumas vezes nos anos mais recentes. Os dragões reapareceram mais cinzentos após o descanso. Foi preciso suster a respiração até aos 58 minutos, altura em que Hernâni conduziu um contra-ataque acompanhado por Marega, mas o maliano, na cara do golo, não desfeiteou Trigueira. Um lance que motivou o FC Porto a porfiar um pouco mais até Marega finalmente marcar (66'), a passe de Brahimi. A dupla voltaria a causar estragos perto do fim (89'), da mesma forma, mas agora com uma finalização em chapéu. O Moreirense, que nunca baixou os braços, ainda marcou mais um golo (90'+1'), num belo trabalho de Heriberto à entrada da área, concluído com um remate ao ângulo. O hoje titular Fabiano ainda teve que se aplicar para deter um cabeceamento de Texeira (90'+3'). Mais uma prova de que os cónegos foram de facto dignos vencidos num jogo que acabou por ser uma proverbial boa propaganda ao futebol.

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por Miran Pavlin às 23:59

Sábado, 15.12.18

Liga NOS, 13.ª jornada - CD Santa Clara 1-2 FC Porto - Contas de somar

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Depois de seis jogos consecutivos na cidade do Porto, os dragões somaram milhas valentes ao seu cartão, ao visitar os Açores depois de uma ida às portas da Ásia Menor. À entrada para esta jornada o Estádio de São Miguel é aquele onde se viram mais golos neste campeonato (25 em seis jogos), pelo que não se esperava tarefa fácil para nenhum dos intervenientes. Até porque ambas as equipas vinham motivadas por defeito; os dragões por estarem numa série de doze vitórias consecutivas incluindo todas as competições, os açorianos por militarem na I Liga pela primeira vez em quinze anos. Como que a confirmar as indicações, o primeiro a marcar foi mesmo o Santa Clara, por intermédio de Zé Manuel (38'), que furou por entre os centrais portistas para desviar um cruzamento de Chrien. Já não era a primeira vez que os insulares criavam perigo claro, pois ao minuto 26 Patrick apareceu isolado e teve a frieza de contornar o guarda-redes, mas Éder Militão colocou-se bem na rectaguarda de Casillas e tirou para canto. O FC Porto ficava-se por um ou outro remate, mas nada que obrigasse o Santa Clara a entrar em pânico. Os dragões marcariam ainda antes do intervalo (45'+1'), por Soares, que cabeceou à boca da baliza após cruzamento de Marega, na insistência a um primeiro remate de Óliver que Serginho defendeu bem. O ponta-de-lança brasileiro foi novamente decisivo mais à frente (56'), ao iniciar a jogada do segundo golo azul-e-branco. Soares ganhou sobre Patrick ainda longe da área, enquadrou-se e rematou colocado; Serginho defendeu para a frente e Marega aproveitou. O Santa Clara respondeu com um livre de Bruno Lamas que por pouco não foi ao ângulo superior, opondo-se Casillas com uma boa defesa. O Santa Clara não quis nada com autocarros e por isso o jogo foi vivo e mexido, obrigando ambas as equipas a nunca baixarem a guarda. Não foi, ainda assim, um jogo de encher o olho por parte do FC Porto, que fez o suficiente para vencer. Talvez os adeptos do Santa Clara não tenham ficado convencidos; já os portistas não precisam de se esforçar muito para perdoar que a equipa não vinque melhor o seu estatuto. Afinal, as contas que os dragões têm feito nas últimas semanas são sempre de somar.

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por Miran Pavlin às 23:35

Terça-feira, 11.12.18

Liga dos Campeões, fase de grupos - Galatasaray AS 2-3 FC Porto

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Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 23:00

Sexta-feira, 07.12.18

Liga NOS, 12.ª jornada - FC Porto 4-1 Portimonense SC

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Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 23:30

Domingo, 02.12.18

Liga NOS, 11.ª jornada - Boavista FC 0-1 FC Porto - Essência

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Já se viu pior, mas o Boavista-Porto voltou a ser um encontro em que os axadrezados disputaram cada lance com a faca entre os dentes. Talvez faça parte da essência do clube. Talvez sejam memórias vivas do Boavista da década de 90. Ou então é simplesmente inevitável sempre que o dérbi tripeiro decorre no Bessa. E diga-se que o FC Porto teve uma postura notável perante um adversário que não se coibia de usar da dureza. Dessa forma, a chamada "bola corrida" não durava muito tempo. Ainda assim, o FC Porto teve alguns lances prometedores, como ao minuto 43, altura em que Brahimi viu Helton Leite deter o seu remate à queima-roupa, após assistência de Herrera; ou o cabeceamento de Felipe (60'), que embora estivesse bem colocado atirou por cima. O tempo regulamentar estava prestes a expirar quando uma bola metida para a zona frontal apanhou Soares a avançar sem oposição, mas o brasileiro apenas encostou o pé à bola em vez de rematar, e esta escapou tranquilamente rumo ao pontapé de baliza. O Boavista apenas foi visto na área contrária em três ocasiões: num lance em que Rochinha ficou a reclamar grande penalidade por derrube de Brahimi (70') e em dois momentos em que Casillas foi carregado quando se preparava para pontapear para a frente depois de recolher bolas perdidas. Na alegada grande penalidade o ângulo de observação teve grande importância. Visto de um lado tratou-se de um aproveitamento do jogador axadrezado; do ângulo oposto era mesmo grande penalidade. Uma vez que é impossível estar em dois lados ao mesmo tempo, o lance passou em claro. A não-intervenção do vídeo-árbitro é mais uma acha para a fogueira onde ardem as aparentes disparidades na sua utilização. E quando o empate parecia certo, o futebol fez questão de lembrar que um jogo só acaba quando acaba. Numa última insistência (90'+5'), Marega cruzou rasteiro desde a direita, o central boavisteiro Gonçalo Cardoso falhou o corte e a bola ficou à solta na pequena área. Soares ameaçou o remate mas ofereceu o golo a Adrián López, que viu o mesmo Cardoso dar o corpo às balas. Mas também isso não seria suficiente, pois a bola ficou em Hernâni, que finalmente encostou para o golo solitário. Na euforia dos subsequentes festejos Sérgio Conceição foi expulso. As imagens não esclareceram porquê. Talvez também isso faça parte da essência do treinador nos momentos de maior tensão.

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por Miran Pavlin às 23:40

Quarta-feira, 28.11.18

Liga dos Campeões, fase de grupos - FC Porto 3-1 FC Schalke 04 - Dois em um

FCPS04.jpgAinda falta disputar uma jornada, mas o FC Porto não só já sabe que estará no sorteio dos oitavos-de-final, como também já garantiu o primeiro lugar do grupo. A situação não é vulgar, uma vez que apesar de ser um dos clubes com mais presenças no quadro principal da Champions (23), esta é só a quinta ocasião em que vence o seu grupo. Principalmente para quem esteve no estádio, foi como se se assistisse a dois jogos diferentes num só; a uma primeira parte, grosso modo, entediante, sucedeu um reatamento bem mais mexido, ainda que as despesas tenham sido assumidas quase na totalidade pelo FC Porto. A etapa inicial resume-se, portanto, a dois bons remates de Danilo Pereira (15') e Marega (19') para defesas vistosas de Fährmann. Já os primeiros vinte minutos do segundo tempo justificaram o triunfo portista, à conta de um futebol mais intenso, mais decidido e, mais importante, com golos. O marcador abriu à passagem do minuto 52, momento em que Corona bate um canto para a quina contrária da área, onde Óliver recebe, ajeita e cruza para a cabeça de Éder Militão, que colocou a bola junto ao poste para o seu primeiro golo pelo FC Porto. O Schalke quis reagir de imediato. Na sequência da bola ao centro Konoplyanka aproximou-se da área e rematou bem, mas Casillas defendeu. Era o primeiro remate dos alemães à baliza portista (53'), e constituiu uma excepção ao sufoco a que os dragões sujeitaram os Königsblauen. Recuperando a bola mais alto, o FC Porto fazia com que o jogo praticamente não saísse dos últimos 40 metros e o segundo golo não se fez tardar. Embora aquela zona do campo estivesse bastante povoada, Brahimi e Corona encontraram espaço para tabelar entre si pela direita, junto à área, com o mexicano a encontrar um espaço e a rematar para o 2-0 (55'). Stambouli ainda tentou cortar, mas mais não fez que confirmar o golo. A pressão portista continuou a dar frutos. Felipe - imagine-se - tentou um pontapé de bicicleta que acertou em cheio na trave (59') e Óliver picou sobre a barreira um livre directo para a entrada de Corona, que rematou pouco ao lado (63'). Só aqui o jogo abrandou, aproximando-se daquilo que tinha sido a primeira parte, mas aqui isso já é entendido como gestão de esforço. O Schalke, que tinha mantido as suas intenções bem escondidas até próximo do intervalo, altura em que começou a retardar algumas reposições de bola, mostrava-se agora resignado com o evoluir dos acontecimentos, e só acordaria na recta final, ao ser bafejado por uma grande penalidade por mão de Óliver (89'). Bentaleb converteu e deu um ligeiro ânimo para ainda tentar um último esforço pelo empate, mas quem marcou foi mesmo o FC Porto (90'+4'). Casillas cobrou um livre junto à sua própria área, Nastasic aninhou-se para cortar de peito, mas fê-lo mal e deixou a bola à mercê de Otávio, que logo desmarcou Marega, com o maliano a picar a bola à saída de Fährmann.
Uma vez que o resultado do outro encontro do grupo - finalizado antes que este começasse - ofereceu o apuramento tanto ao FC Porto como ao Schalke, o jogo terminou em ambiente de boa disposição. Foi, de resto, uma noite em que fora das quatro linhas se viveram momentos poucas vezes vistos no futebol de alto nível. As duas equipas ficaram no relvado e fizeram em simultâneo a rodinha, antes de uma pequena volta de honra para agradecer aos espectadores - o Schalke agradeceu apenas na direcção dos seus adeptos, claro. Além de preencherem metade da arquibancada nascente, os apoiantes do Schalke fizeram questão de contribuir positivamente para o ambiente. Na primeira parte aproveitaram o habitual chamamento ao desafio entre os dois topos do estádio para gritar "Schalke", e com isso contagiar as restantes bancadas; mais tarde, foi a vez de cantarem qualquer coisa ao mesmo ritmo da mais recente música do FC Porto, mas terminando com "Schalke" em vez de "Porto". E mais uma vez o estádio cantou a uma só voz.

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por Miran Pavlin às 23:59

Sábado, 24.11.18

Taça de Portugal, 4.ª eliminatória - FC Porto 2-0 Os Belenenses SAD - Sem tripla

FCPBEL.jpgJogos de Taça entre clubes históricos são, à partida, jogos de tripla. Afinal de contas, não há distâncias pontuais, posições classificativas, nem considerações sobre o que ainda aí vem. Este FC Porto-Belenenses, contudo, não foi um jogo assim. Muito por culpa do Belenenses, que não trouxe o seu melhor fato; outra quota-parte de culpa ficou do lado do FC Porto, que facturou logo à primeira oportunidade (13'), por Soares. Numa transição ofensiva Adrián López recebeu a bola já perto da grande área e levantou para Corona, que ofereceu um golo fácil ao ponta de lança brasileiro. Foi por pouco que o segundo golo não surgiu logo depois (15'), numa insistência em que André Pereira e Herrera se atrapalharam mutuamente na hora do remate. Passado o mau tempo criou-se o espaço para uma reacção dos azuis de Lisboa, mas ela não aconteceu. O que vale por dizer que o encontro se desenrolou de forma bastante enfadonha. Sérgio Conceição até nem mexeu em demasia no onze, dando minutos apenas a Fabiano, Adrián e André Pereira, ao mesmo tempo que experimentou Corona a lateral-direito. Não eram mudanças de fundo, daquelas que interferem com o rendimento global da equipa, mas talvez fosse mesmo o jogo que não estava a exigir grandes esforços. O segundo golo apareceu também ao minuto 13, mas da segunda parte. Otávio foi o autor do mesmo, num lance em que pegou na bola a meio do meio-campo contrário e ultrapassou quem lhe apareceu pelo caminho, antes de colocar suavemente à saída do guarda-redes. Pouco antes (55') o mesmo Otávio tinha desperdiçado uma grande penalidade; a redenção foi mais que oportuna. O 2-0 fez com que os poucos motivos de interesse se transformassem em nenhuns, pelo que pouco mais restou senão aguardar pelo apito final e pela confirmação de que os dragões seguem para a próxima eliminatória. Mbemba, um dos elementos menos utilizados, ainda jogou quatro minutinhos - mais descontos - por troca com um Óliver que vem vivendo a sua melhor fase desde que está no FC Porto.

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por Miran Pavlin às 23:59



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