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CORTE LIMPO


Domingo, 10.03.19

Liga NOS, 25.ª jornada - CD Feirense 1-2 FC Porto

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Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 23:59

Sábado, 02.03.19

Liga NOS, 24.ª jornada - FC Porto 1-2 SL Benfica - Fio da navalha

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A época passada ofereceu, por um par de semanas, um vislumbre dos terríveis - para o FC Porto - anos anteriores, com os dragões a perderem a liderança para o Benfica, recuperando-a face a face. Pouco menos de um ano volvido, essas memórias ressurgem não como um vislumbre, mas como uma fotografia de alta resolução. Jogando no fio da navalha, que é como quem diz, com uma vantagem pontual reduzida ao mínimo, o FC Porto estava perante a hipótese de ganhar folga no comando. A busca por esse desiderato começou da melhor maneira, com Alex Telles a rematar com perigo logo na bola de saída. Com o jogo ainda por desatar, o FC Porto beneficiou de um livre em boa posição. Adrián López, imagine-se, foi chamado à cobrança; o primeiro remate ficou na barreira, mas a recarga saiu para o cantinho do poste, onde Vlachodimos já não conseguiu chegar (19'). O lance foi revisto, pois havia dúvidas sobre se Pepe estaria em fora-de-jogo no momento em que se baixa para a bola passar; mais uma vez foi necessário medir até à biqueira da bota antes de confirmar o golo. Podia pensar-se que estava feito o mais difícil, mas o Benfica não tremeu e respondeu pouco depois (26'), numa transição rápida que nasceu em Seferovic na esquerda e terminou com uma entrada de João Félix na zona fatal, sem oposição. Por duas vezes a bola podia ter sido aliviada, pelo mesmo Adrián e por Manafá, mas os dois perderam no corpo a corpo com o suíço. De uma forma talvez demasiado fácil. A primeira parte ainda ia a meio, mas ficou a sensação de que o FC Porto não contava sofrer aquele golo e ficou sem saber bem o que fazer. Além de que este não era o melhor jogo para Brahimi trazer a sua versão menos altruísta. De cada vez que procura escavar mais um pouco com a bola, o argelino acaba por baralhar os próprios colegas de equipa, que acabam por não saber para onde se devem mexer, e em que momento. O intervalo chegou em boa hora. No reatamento, contudo, se houve reacção ela não passou de um esboço. A pressão que os encarnados faziam a cada saída de bola obrigava a voltar a trás e começar de novo. Sem conseguir fazer a bola chegar em condições aos homens da frente o FC Porto ficava exposto ao pior. O que viria a acontecer logo ao minuto 52, numa bola metida por Grimaldo para a área; Felipe cortou para o sítio errado e o resto da defesa entrou em pânico. Rafa recolheu a bola, deu-a a Pizzi e recebeu-a logo de seguida, já enquadrado com a baliza para o remate certeiro. Pepe ainda tentou chegar para remediar, mas o mal já estava feito. Sérgio Conceição só refrescaria a equipa nove minutos mais tarde, lançando Soares e Otávio para os lugares de Adrián e Corona. A mexida fez o FC Porto crescer, mas no melhor lance construído pelos dragões no segundo tempo, Samaris tirou não só o pão, como também a manteiga e até o fiambre da boca de Herrera quando o mexicano já tinha armado um remate flagrante (74'). Houve outros lances de perigo para o lado do FC Porto, nomeadamente em remates de longe. Num deles (90'), Vlachodimos fez a defesa da noite, tirando do ângulo o disparo de Felipe. Minutos antes (85') o central acertara na trave ao desviar de cabeça um canto de Alex Telles. O Benfica foi oportuno na forma como deu a volta ao resultado, mas também foi uma equipa muito física. Por muito que tenha feito um grande corte, Samaris devia ter sido expulso por uma entrada a matar sobre Óliver (60'); Jorge Sousa apenas viu caso para cartão amarelo. A reclamação não serve de desculpa para nada. O resultado significa que o FC Porto vê a sua liderança tomada de assalto e está agora dois pontos atrás dos encarnados. Continua no fio da navalha, no fundo. A lâmina é que fere mais depressa a quem corre atrás do prejuízo.

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por Miran Pavlin às 23:59

Sexta-feira, 22.02.19

Liga NOS, 23.ª jornada - CD Tondela 0-3 FC Porto - Melhor de todos os tempos

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A visita ao Tondela costuma trazer grandes dificuldades ao FC Porto. Até hoje. O Tondela voltou a não querer nada com autocarros na forma como encarou o jogo, mas desta vez os dragões estiveram irrepreensíveis, pelo que este foi o melhor jogo de todos os tempos do FC Porto em Tondela - e Aveiro (2015/16). Ainda para mais quando o departamento médico dos da Invicta vive um período bem atarefado. Com efeito, Manafá, Óliver Torres, Adrián López e Fernando Andrade foram todos titulares, não se tendo sentido qualquer decréscimo no rendimento global da equipa. Tal como no jogo anterior, marcar cedo (11') ajudou a que os dragões se tranquilizassem e lidassem da melhor maneira com qualquer atrevimento do aversário. O golo pertenceu a Pepe, na insistência a uma primeira investida de Herrera. O momento da noite ficou guardado até ao minuto 52. Corona cruzou para Fernando Andrade, mas o brasileiro não fez melhor que rematar contra Ricardo Costa; a sobra caiu direitinha em Óliver, que sem deixar a bola cair desferiu um brilhante remate que bateu no interior do poste direito de Cláudio Ramos antes de cruzar a linha. Que golaço! Candidato a golo da época do FC Porto. O resultado final foi fixado aos 74 minutos por intermédio de Herrera, na sequência de uma bola não aliviada pelo sector recuado dos beirões. O lance começou num cruzamento de Otávio na esquerda, ficando a assistência para Brahimi, do lado contrário. O Tondela não merecia um resultado tão pesado, mas o triunfo do FC Porto não merece contestação.

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por Miran Pavlin às 23:59

Sábado, 16.02.19

Liga NOS, 22.ª jornada - FC Porto 2-0 Vitória FC - Querido visitante

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O Vitória de Setúbal é o mais querido visitante do Estádio do Dragão. Aliás, já nas Antas o era, pois a última vez que os sadinos bateram os dragões remonta a 1988/89 - incluindo todas as competições. A excepção que confirma a regra aconteceu em 2016/17, época em que o Vitória saiu do Dragão com um empate (1-1) de consequências amargas para o FC Porto. Daí que nesta visita o FC Porto mais uma vez tenha saído vencedor, novamente sem grandes problemas. Marcar cedo (15') também contribuiu para isso. O autor do golo foi Herrera, que aproveitou um mau alívio da defesa setubalense para encostar de cabeça. O Vitória não quis ser demasiado expansivo no seu jogo, o que fez com que os azuis-e-brancos não tivessem necessidade de se esforçar ao máximo, nem mesmo quando Danilo Pereira foi substituído por lesão (30'). Uma vez que Óliver Torres entrou bem no jogo, não se sentiram desequilíbrios na equipa. O jogo marcou também a estreia de Manafá a titular, com nota positiva - uma nota que só poderá eventualmente ser revista quando, e se, o lateral defrontar adversários de outros pergaminhos. O segundo tento portista surgiu já na segunda parte (60'), num cabeceamento de Soares a cruzamento de Alex Telles. O resultado ficava assim encaminhado em definitivo, sobrando tempo para o guardião sadino Cristiano fazer uma ou outra defesa e para André Pereira (61') e Fernando Andrade (77') irem a jogo; o primeiro à procura de minutos, o segundo em busca de um lugar como titular. Titularidade essa que hoje bafejou Adrián López, quiçá a colher dividendos do golo apontado em Roma. Repetindo palavras já escritas neste blog, pouco mais fica deste jogo para memória futura. Os serviços mínimos do FC Porto foram mais que suficientes.

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por Miran Pavlin às 23:59

Sexta-feira, 08.02.19

Liga NOS, 21.ª jornada - Moreirense FC 1-1 FC Porto

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Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 23:59

Domingo, 03.02.19

Liga NOS, 20.ª jornada - Vitória SC 0-0 FC Porto

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Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 23:59

Quarta-feira, 30.01.19

Liga NOS, 19.ª jornada - FC Porto 3-0 Os Belenenses SAD - Aplicação q.b.

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Dizem os entendidos que o melhor para uma equipa esquecer um mau resultado é que o próximo jogo chegue o quanto antes. Assim, quatro dias depois do desaire na Taça da Liga, o Belenenses SAD batia à porta do Dragão e que mais o FC Porto podia pedir senão um adversário que se revelou macio, e que pouco mostrou que pudesse pôr em causa o triunfo que os dragões acabaram por conseguir? Ter sofrido bem cedo (5', por Brahimi) não ajudou à causa dos azuis da capital, por muito que existam exemplos de golos que acabam por soltar quem os sofre. Não foi o caso neste jogo, contudo, ainda que Licá tenha ameaçado num ataque rápido, mas o seu remate saiu à malha lateral (18'). Perto da meia hora Éder Militão cabeceava para o 2-0 e tornava-se claro que o FC Porto dificilmente perderia o jogo. Naturalmente que no futebol as coisas só são certas quando o jogo termina, mas face ao pouco perigo criado pelo Belenenses era quase impossível que outra coisa acontecesse. O FC Porto manteve-se aplicado q.b., e seria bafejado com um terceiro golo à passagem do minuto 71, através de um cabeceamento de Soares em zona frontal. Até final, nota apenas para a entrada de Manafá (80'), que assim somou os seus primeiros minutos pelo FC Porto.

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por Miran Pavlin às 23:59

Sexta-feira, 18.01.19

Liga NOS, 18.ª jornada - GD Chaves 1-4 FC Porto

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Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 23:59

Sábado, 12.01.19

Liga NOS, 17.ª jornada - Sporting CP 0-0 FC Porto - Longos dias

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Tiram-se tantas ilações sobre os desfechos dos jogos do FC Porto em casa do Marítimo, que é fácil esquecer que os azuis-e-brancos não ganham em Alvalade desde 2008/09. Nesta visita, pode dizer-se que o FC Porto esteve tão perto de ganhar quanto o Sporting... e tão longe ao mesmo tempo. Tão longe quanto as equipas estiveram do golo durante toda a primeira parte. Tratou-se mesmo de um pacto de não agressão. O reatamento trouxe duas equipas um pouco mais abertas, e com isso apareceram algumas oportunidades. Numa das mais claras (56'), o FC Porto avançou pela direita, Corona cruzou e a bola ficou à mercê de qualquer um na zona fatal. No auge do pânico, Soares, o mais bem colocado para o golo, não acertou bem na bola e permitiu a Renan Ribeiro segurar, beneficiando também da falta que foi assinalada por Soares ter acertado também na mão do guarda-redes leonino. Pouco depois (60') Marega rematou com peso e medida para o ângulo superior, mas a bola saiu ligeiramente por cima; terá sido o melhor remate à baliza em todo o encontro. Bruno Fernandes tentou ele próprio surpreender Casillas com um forte remate cruzado, mas o espanhol não cedeu (62'). Felipe também visou a baliza na sequência de um livre de Alex Telles, mas o seu cabeceamento perdeu-se pela linha de fundo (65'). Foi o melhor período do jogo, que logo voltou a perder interesse, arrastando-se, desprovido de golos, até ao seu epílogo. Quando se trata de clássicos a contar para o campeonato, é relativamente frequente as equipas não quererem arriscar, preferindo deixar as decisões para outras batalhas. Foi o caso. E assim se mantêm longos os dias sem que o FC Porto festeje um triunfo em casa do Sporting.

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por Miran Pavlin às 23:59

Segunda-feira, 07.01.19

Liga NOS, 16.ª jornada - FC Porto 3-1 CD Nacional - Dinâmica de vitória

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A expressão "dinâmica de vitória" já foi dita tantas vezes que se tornou num chavão. Chavão esse que vai servir para começar a explicar um triunfo portista que não foi particularmente brilhante. Frente a um Nacional que vem em recuperação de um arranque difícil, é certo que o FC Porto nunca se descontrolou - nem mesmo quando os insulares relançaram o jogo -, mas faltou qualquer coisa. Apetece pensar que se este jogo tivesse acontecido, digamos, em 2015, teria havido um empate. Terá sido, pois, a dinâmica de vitória a conduzir o FC Porto ao bom destino. Os dragões assumiram a sua responsabilidade, o Nacional procurou também sair a jogar, mas da primeira parte retira-se pouco mais que os golos. O primeiro a marcar foi Brahimi (32'), assistido por Maxi Pereira. Pouco depois (38') Soares ampliava, após dança e cruzamento de Corona no flanco direito. Antes, porém, tinha sido o Nacional a estar perto do golo, ainda que de forma inadvertida, já que foi Danilo Pereira a quase marcar na própria baliza, na tentativa de cortar um canto de Palocevic (17'). O FC Porto praticamente não teve tempo de saborear o 2-0, pois na resposta os alvinegros marcaram mesmo, com Róchez a aproveitar um ressalto após primeiro remate do mesmo Palocevic (40').
Por muito que não seja preciso lembrar a ninguém que a margem mínima é sempre um perigo, o golo insular acabou por não mudar muito na forma como o FC Porto encarava o jogo. Até que a desgraça se abateu sobre o Nacional, passe o exagero. Numa saída dos postes, o guarda-redes Daniel Guimarães abalroou Rosic, que sairia do revlado de ambulância. Como uma desgraça nunca vem só, quando o jogo recomeçou após a demorada assistência médica, o FC Porto chegou ao terceiro golo, novamente por Brahimi, que finalizou com mestria após ter sido descoberto na área por Corona. O encontro voltaria aí aos mesmos moldes dos minutos iniciais. Adrián López jogou meia hora - mais oito minutos de descontos - mas quase não se deu por ele; já Fernando Andrade, lançado aos 89 minutos, estreou-se com a camisola portista e ainda foi a tempo de fazer um remate com algum perigo.
Esta foi a 18.ª vitória consecutiva do FC Porto, incluindo todas as competições, igualando assim um registo do Benfica de 2010/11.

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por Miran Pavlin às 23:59



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