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CORTE LIMPO

Todas as fotografias neste blog encontram-se algures em desporto.sapo.pt, salvo indicação em contrário


Sábado, 25.01.20

Final da Taça da Liga - SC Braga 1-0 FC Porto - No poste

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Dê por onde der, o FC Porto não consegue ganhar a Taça da Liga. Acontece sempre alguma coisa pelo caminho. Desta vez aconteceu quando o FC Porto já tinha um pé sobre a meta - leia-se minuto 90+5 -, altura em que Ricardo Horta apareceu no lugar certo para aproveitar uma bola desviada pela defesa dos dragões. Não havia mesmo tempo para mais. A partida teve a mesma intensidade do recente encontro do Dragão, mas sem golos e com menos peripécias. Foi, isso sim, um jogo sob o signo dos postes. Nesse capítulo, é difícil entender como pôde Soares acertar na trave quando estava numa posição tão boa (38'). O lance foi muito mais flagrante que o cabeceamento do bracarense Raul Silva, já sobre o final do tempo regulamentar. A partida terminou, literalmente, quando já não se esperava outra coisa que não as grandes penalidades. É a segunda Taça da Liga a entrar no museu do Braga. Uma prova que o FC Porto tanto desprezou, que agora que a quer, ela se transformou num sonho inatingível. Até ao dia.

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por Miran Pavlin às 23:59

Quarta-feira, 22.01.20

Taça da Liga, meias-finais - Vitória SC 1-2 FC Porto

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Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 23:30

Domingo, 22.12.19

Taça da Liga, fase de grupos - GD Chaves 2-4 FC Porto

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Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 22:30

Quinta-feira, 05.12.19

Taça da Liga, fase de grupos - Casa Pia AC 0-3 FC Porto

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Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 23:50

Quarta-feira, 25.09.19

Taça da Liga, fase de grupos - FC Porto 1-0 CD Santa Clara - Trabalhos retomados

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Três dias depois, FC Porto e Santa Clara retomaram os trabalhos, agora a contar para a Taça da Liga. Podia não ter mudado nada, mas mudou quase tudo. Ambas as equipas apresentaram onzes bastante diferentes em relação ao jogo anterior e até o Santa Clara envergou o seu equipamento tradicional, ao invés do que acontecera há três dias. A vitória portista é que se manteve, agora graças a um golo do central Diogo Leite (45'+2'), que deu o melhor seguimento, de cabeça, a um bom trabalho de Nakajima no flanco esquerdo. Face à constituição das equipas, tornava-se necessário esclarecer se uma eventual falta de entrosamento retiraria fluência ao jogo, ou se a vontade de os menos utilizados mostrarem serviço proporcionaria mais agitação que no último sábado. Seria a segunda hipótese a prevalecer, ainda que não tenha propriamente havido um festival de oportunidades de golo. Do lado do FC Porto, o aspecto mais notório foram os sete portugueses titulares - Diogo Costa, Manafá, Pepe, Diogo Leite, Bruno Costa, Romário Baró e Fábio Silva -, dos quais só dois não fizeram a formação na casa. A juventude também foi nota marcante, com Fábio Silva a tornar-se mesmo no titular mais jovem de sempre da história do clube. O jogo foi, então, mais dividido, e o Santa Clara teve uma ou outra oportunidade clara, nomeadamente ao minuto 11, altura em que Pineda fugiu à marcação e se isolou frente a Diogo Costa, mas a finalização saiu pouco ao lado. Entre uma ou outra iniciativa mais perigosa, a segunda parte deixou à vista alguma dureza excessiva por parte dos açorianos. Talvez ainda com o lance do jogo anterior na memória - ou a continuação do uso de uma touca não deixou esquecer -, Fábio Cardoso estava particularmente nervoso e acabou por cometer uma falta dura sobre Romário Baró (88'), que obrigou mesmo à substituição do jovem. No momento, o cartão amarelo pareceu adequado, mas Baró saiu em lágrimas, pelo que a falta talvez pedisse um castigo mais veemente. O apito final soaria pouco depois, confirmando a primeira entrada portista a ganhar na Taça da Liga desde 2014/15. Já é um começo...

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por Miran Pavlin às 23:59

Sábado, 26.01.19

Final da Taça da Liga - FC Porto 1-1 Sporting (1-3 g.p.) - Acontece sempre alguma coisa

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As premissas subjacentes ao encontro da meia-final serviam para enquadrar o jogo da decisão, mas não podem ser invocadas. Oferecer um bom jogo talvez seja algo que FC Porto e Sporting não conseguem quando se defrontam; pelo menos nos exemplos mais recentes tem sido esse o caso. Sem grandes mexidas de parte a parte, foram os azuis-e-brancos a revelar maior fio de jogo, perante uma equipa do Sporting que optou, passe a expressão, por ver o que o jogo podia dar em vez de procurar fazer com que algo acontecesse. No fundo, o FC Porto não foi claramente superior aos leões, mas fez o suficiente para quebrar a malapata e finalmente arrecadar a sua primeira Taça da Liga. Faltava só o essencial: o golo. Esse, apareceu quando já não faltava jogar muito tempo (79'). Foi Fernando Andrade a rubricar o tento, ao aproveitar uma defesa incompleta de Renan Ribeiro a remate de Herrera; terá faltado ao Sporting alguma presença mental para tirar a bola antes que o avançado portista reagisse. Só aqui o Sporting acordou para o jogo, elevando a intensidade e procurando o ataque. Restava agora pouquíssimo tempo até ao apito final e o FC Porto parecia ter a vitória na mão. Mas trata-se da Taça da Liga, senhoras e senhores, o local onde acontece sempre alguma coisa ao FC Porto. Assim foi. Corria o minuto 88 quando num lance inofensivo Óliver Torres, ao procurar aliviar a bola, acertou em Diaby, que se tinha autenticamente lançado para a sua frente. O lance não ofereceu grandes dúvidas, mas o juiz João Pinheiro apenas assinalou o castigo máximo depois de consultar o vídeo-árbitro. Chamado à conversão, Dost não falhou (90'+2'). Foi por pouco que Raphinha não fez mesmo a reviravolta (90'+5'), mas o seu remate cruzado saiu um pouco ao lado do poste. As grandes penalidades seriam mesmo necessárias para descobrir quem levaria a taça para casa. O historial portista em desempates por este método não é famoso, e ainda não foi desta que a tendência começou a inverter-se. À segunda tentativa Coates falhou, mas Éder Militão não fez melhor, ao colocar tanto a bola que esta saiu do lado errado do poste direito. Foi o quanto bastou para que o FC Porto tremesse e tanto Hernâni como Felipe desperdiçassem os seus remates. Do outro lado, Bruno Fernandes e Nani não enjeitaram, e assim o Sporting venceu a sua segunda Taça da Liga consecutiva. Já o FC Porto fica mais uma vez à procura de uma justificação plausível para ainda não ter conseguido erguer este troféu.

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por Miran Pavlin às 23:59

Terça-feira, 22.01.19

Taça da Liga, meias-finais - SL Benfica 1-3 FC Porto - Vivo

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Longe dos constrangimentos, variáveis e circunstâncias do campeonato, por uma vez as equipas proporiconaram um jogo como todos entre águias e dragões deviam ser: com futebol vivo e aberto. E ainda houve golos. Entre avanços e recuos, o FC Porto abriu o activo ao minuto 24, numa recarga de Brahimi após primeiro remate de Marega. As imagens televisivas não foram as melhores para esclarecer se Óliver Torres ganhou a bola em falta no início da jogada. O Benfica respondeu por Rafa (31'), que enquanto entrava pela área aproveitou uma sobra que veio ter direitinha aos seus pés; Vaná tinha defendido o primeiro avanço de Seferovic mas a defesa não limpou. Passaram alguns minutos enquanto o lance era revisto pelo vídeo-árbitro, pelo que se pode dizer que o FC Porto respondeu de imediato, embora já fosse o minuto 35. E foi uma bela jogada, com Brahimi a virar de flanco para a direita e Corona a cruzar para a entrada triunfal de Marega. Em cima do intervalo (45'+2') o Benfica voltava a igualar, em contra-ataque... mas eis que o vídeo-árbitro voltava a intervir, decretando fora-de-jogo no momento em que Rafa recebeu a bola - tinha sido Pizzi a finalizar. Vendo o lance corrido e a imagem fixa é impossível achar que o atacante está adiantado em relação ao penúltimo defensor; terá sido a biqueira da bota a colocar o jogador dos encarnados em posição irregular. O que é ridículo. Este lance é um exemplo perfeito daquilo a que chegou a avaliação do fora-de-jogo com recurso a meios tecnológicos e com as indicações a estipular qualquer parte do corpo que possa jogar legalmente a bola. Adiante. A segunda parte foi menos intensa. Talvez o Benfica tenha sentido o golo anulado, talvez não. Certo é que o FC Porto exerceu um controlo mais firme sobre o jogo, mas só o matou na recta final (86'), num remate cruzado de Fernando Andrade a concluir uma transição rápida. Os dragões avançam para a sua terceira final da Taça da Liga, depois de 2010 e 2013.

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por Miran Pavlin às 23:59

Domingo, 30.12.18

Taça da Liga, fase de grupos - Os Belenenses SAD 1-2 FC Porto - A salvo

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A Taça da Liga é aquela prova em que o FC Porto habitualmente vive os cenários mais improváveis. Desta vez, para passar o grupo os dragões não podiam nem fazer pior que o Chaves, nem descurar a diferença de golos. Não era, portanto, recomendável que o FC Porto mantivesse a tendência dos últimos jogos internos, nos quais sofreu sempre primeiro. Mas foi isso que aconteceu. Logo ao quarto minuto Reinildo colocou o Belenenses em vantagem, no aproveitamento de uma defesa incompleta de Vaná a uma primeira tentativa de Cleylton. Rápido a reagir nas partidas anteriores, desta vez o FC Porto deixou-se cair num torpor um tanto ou quanto característico quando o jogo é para a competição em apreço. Chegou até a pensar-se se não estaríamos perante mais uma saída portista sem glória e com a honra possível. Ao ponto de Sérgio Conceição, que até nem promoveu alterações de vulto na equipa, não ter sequer esperado pelo intervalo para mexer, e em dose dupla (37'). Na prática tratou-se de uma mudança de ala direita, saindo Maxi Pereira e Bruno Costa para entrarem Hernâni e Soares, recuando Corona para lateral. Os efeitos não foram imediatos, mas ficou a mensagem para a equipa de que o jogo é a doer. Talvez por algum adormecimento à sombra da vantagem, o Belenenses não criou muitas mais situações relevantes ao longo do jogo. Daí que não se revelou fácil responder quando o FC Porto marcou (52'), num movimento simples em que Soares desmarca Brahimi e o argelino coloca no segundo poste onde aparecia Marega para apenas encostar. A reviravolta chegou ao minuto 63, por Soares, que desviou de cabeça um livre de Alex Telles. Entretanto, em Trás-os-Montes o Chaves fazia o 3-1 (76'); mais um golo flaviense colocava o FC Porto fora da final-a-quatro. A notícia foi como que um despertador para uns dragões que se tinham deixado eles próprios relaxar. Aí, foi Mika a marcar pontos, com três defesas vistosas a remates de Hernâni (87' e 90'+1') e Adrián López (89'). Não haveria, contudo, mais golos, quer num encontro, quer noutro. A salvo de um dissabor que não ficou longe, o FC Porto segue para uma meia-final frente ao Benfica.

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por Miran Pavlin às 23:00

Quarta-feira, 31.10.18

Taça da Liga, fase de grupos - FC Porto 4-2 Varzim SC

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Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 22:00

Sexta-feira, 14.09.18

Taça da Liga, fase de grupos - FC Porto 1-1 GD Chaves - Vira o disco

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Um mês e três dias mais tarde o Chaves voltava ao local onde foi desmantelado na abertura da Liga. E se para os flavienses o disco virou e a música foi outra, para o FC Porto foi mesmo um caso de vira o disco e toca o mesmo. Trata-se da Taça da Liga, pois claro. Naturalmente que os jogos que aí vêm podem contrariar o seguinte considerando, mas por ora esta prova continua a não combinar com o FC Porto. O Chaves voltou apostado em deixar uma imagem diferente da que ficou do encontro para o campeonato, o que se traduziu num reforço das linhas defensivas e no aproveitamento dos contactos para forçar faltas. Não é nada de novo, mas pelos vistos é impossível quem está lá dentro não se enervar com essa postura. Mais ainda quando o adversário adiciona à equação uma ou outra perda de tempo. Só depois do intervalo o FC Porto se conseguiu libertar dessa teia de artimanhas dos transmontanos. Foi isso, possivelmente, que acabou por colocar Sérgio Conceição fora do banco pouco antes do descanso - pela televisão não foi possível perceber se o técnico fora efectivamente expulso ou se preferiu descer mais cedo ao balneário. No entanto, continuava a não se afigurar fácil chegar ao golo. Decerto não seria pelos nomes em campo, pois a rotatividade habitual na Taça da Liga estava reduzida ao mínimo. Além das presenças de Vaná na baliza e de Adrián López na cabeça do ataque, houve espaço apenas para o regresso de Diogo Leite ao eixo da defesa e para a estreia do brasileiro João Pedro na lateral direita. O FC Porto assumia o jogo mas as oportunidades foram poucas. Marega (22') e Perdigão (56') apareceram isolados em frente à baliza em lances de contra-ataque mas nenhum teve sucesso; o maliano viu António Filipe defender, enquanto o brasileiro ficou sem opções perante a pressão de Alex Telles e ao chegar à área tentou cavar uma grande penalidade. Face às dificuldades, Corona cedeu o lugar a Brahimi (60') e o argelino mexeu com o jogo. Os dragões marcariam numa insistência do também entrado Hernâni (74') e procuraram o segundo golo, mas o Chaves igualaria mesmo, numa das suas poucas incursões ofensivas (83'). Avto cruzou desde a esquerda, André Luís desviou no coração da área e Stephen Eustáquio encostou ao segundo poste. Óliver estava pronto a entrar e até já tinha recebido indicações, mas o golo mudou tudo e quem acabou por entrar foi Aboubakar (84'). O resultado não sofreria mais alterações, por muito que o FC Porto tenha terminado o jogo com a equipa concentrada nos últimos 25 metros de terreno e a expor-se a um contra-ataque de quatro para três que só Vaná resolveu com uma boa defesa para canto (90'+1') a remate de Jefferson. No final, ainda bem que o resultado não sofreu mais alterações, pois o Dragão chegou mesmo a explodir em festejos ao minuto 90'+5', quando Aboubakar desviou na pequena área um cruzamento de Hernâni. Não havendo vídeo-árbitro, e perante protestos aparentemente credíveis dos homens do Chaves, o juiz do encontro consultou o assistente antes de repor a verdade dos factos: o camaronês tinha marcado com o braço. E assim se cumpriu a tradição de os dragões ficarem com contas para fazer na Taça da Liga ao cabo dos primeiros 90 minutos na prova.

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por Miran Pavlin às 23:59



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