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CORTE LIMPO

Todas as fotografias neste blog encontram-se algures em desporto.sapo.pt, salvo indicação em contrário


Quarta-feira, 12.02.20

Taça de Portugal, meias-finais, 2.ª mão - FC Porto 3-0 Académico Viseu FC

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Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 23:35

Terça-feira, 04.02.20

Taça de Portugal, meias-finais, 1.ª mão - Académico Viseu FC 1-1 FC Porto

VISFCP.jpg

Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 23:55

Terça-feira, 14.01.20

Taça de Portugal, quartos-de-final - FC Porto 2-1 Varzim SC - Meio do caminho

FCPVAR.jpg

A ideia já foi veiculada noutras ocasiões, mas cá vai de novo: a Taça de Portugal tende a esbater a diferença entre equipas, independentemente da divisão em que militem. Nem sempre acontece, claro, mas é frequente, e foi o caso nesta recepção dos dragões ao secundário Varzim. Mesmo defrontando uma equipa em boa forma, Sérgio Conceição não deixou de efectuar mudanças no onze, fazendo entrar Diogo Costa, Saravia, Sérgio Oliveira - que aproveitou para ganhar ritmo após lesão - e Fábio Silva. O resultado foi um FC Porto a meio do caminho. A equipa não esteve propriamente desligada, mas a verdade é que não pressionou o adversário tanto quanto deveria. Mesmo assim, os dragões chegariam ao golo (28'), por Soares, que atravessa uma fase prolífica como já não tinha, talvez, desde que chegou ao clube em Janeiro de 2017. Os poveiros, que vinham jogando de igual para igual, chegariam ao empate ao minuto 36, num livre directo cobrado por Hugo Gomes. A bola levou lume. Os apuros foram momentâneos, já que Marcano, de cabeça, recolocou o FC Porto na dianteira (41'), na sequência de um livre junto à linha de fundo. A postura do FC Porto não se alterou para a segunda parte, o que deixava os lobos do mar suficientemente à vontade para ameaçar nova igualdade, principalmente através de transições rápidas. Talvez o Varzim merecesse ter levado o jogo para o prolongamento, mas para isso teria sido necessário o FC Porto se descontrolar, o que, na verdade, não chegou a acontecer. Fica a boa imagem deixada pelos varzinistas.

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por Miran Pavlin às 23:59

Quinta-feira, 19.12.19

Taça de Portugal, oitavos-de-final - FC Porto 1-0 CD Santa Clara - Pague um, leve meio

FCPSC.jpgTecnicamente só houve meio jogo. Numa semana marcada pelo rigor do inverno, a chuvada que caiu nos primeiros minutos da segunda parte deixou o relvado impraticável, tornando essa fase do jogo numa pequena lotaria a meio-campo. E insistir em jogar pelo chão não trazia nada de útil. O FC Porto vencia desde o minuto 29, numa finalização de Nakajima na pequena área, após cruzamento de Corona na direita. Os homens do Santa Clara reclaram falta do mexicano antes de cruzar, mas o juiz nada assinalou. Era, portanto, o primeiro golo do FC Porto marcado por um japonês. Se o mau tempo prejudicou as duas equipas, o Santa Clara teve a contrariedade adicional das lesões. Logo ao minuto 22, Nené foi atingido em cheio na cabeça por uma tentativa de remate acrobático de Zé Luís, numa imagem impressionante. O médio seria mesmo levado ao hospital. Mais tarde (66'), o avançado Schettine sairia com uma lesão muscular, aparentemente. O FC Porto não estava a fazer um jogo de encher o olho, pelo que teria sido interessante ver o que o resto do encontro reservava, mas os tais condicionalismos meteorológicos não deixaram. No tocante ao FC Porto, ainda bem que houve aquele golo. Caso contrário, era bem possível que o jogo tivesse durado até às malfadadas grandes penalidades. Nota ainda para a assistência. Se os 19 mil que assistiram à partida anterior foram corajosos, que dizer dos cerca de 11 mil que hoje estiveram nas bancadas?

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por Miran Pavlin às 23:00

Domingo, 24.11.19

Taça de Portugal, 4.ª eliminatória - FC Porto 4-0 Vitória FC

FCPSET.jpg

Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 23:00

Sábado, 19.10.19

Taça de Portugal, 3.ª eliminatória - SC Coimbrões 0-5 FC Porto - Tão perto e tão longe

COIFCP.jpgEmbora estejam frente a frente nas margens do Douro, no plano futebolístico Vila Nova de Gaia e Porto não podiam estar mais longe. No que ao FC Porto diz respeito, claro. Considerando as provas oficiais hoje existentes esta foi, incrivelmente, a primeira vez que os dragões actuaram em Gaia. Só consultando os jurássicos registos dos antigos campeonatos regionais, disputados até 1947, se poderá detectar uma eventual ocorrência anterior. Dentro do relvado, o próprio Coimbrões acabaria por ficar longe do FC Porto, mas não deixa de ser verdade que praticamente não teve hipóteses de discutir o jogo. Já a perder por 0-3 ao minuto 12, pouco mais restava aos gaienses senão bater-se pela honra com o brio necessário para valorizar o espectáculo. O FC Porto rodou diversos jogadores, aliás como é usual neste momento da prova; de entre os mais utilizados só Otávio, Luiz Díaz e Soares foram a jogo. Estes dois últimos, de resto, assinaram os primeiros golos (6' e 8'), com Mbemba a apontar o terceiro. A segunda parte trouxe o bis de Díaz (69') e a sua saída para a ovação (71'), abrindo caminho ao regresso de Sérgio Oliveira após lesão. Aboubakar também teve direito a alguns minutos (entrou aos 76') e ainda houve tempo para Fábio Silva se tornar no mais jovem jogador de sempre a marcar pelo FC Porto, na recarga a uma primeira iniciativa de Diogo Leite (82'). Tendo prevalecido a lei do mais forte em 90 minutos de igual para igual, Coimbrões e FC Porto regressam à sua distância de duas divisões.

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por Miran Pavlin às 23:20

Sábado, 25.05.19

Final da Taça de Portugal - Sporting CP 2-2 FC Porto (a.p., 5-4 g.p.) - Última impressão

SCPFCP.jpg

Muitos defendem que a primeira impressão é a que fica. Outros entendem que é a última. Talvez os segundos estejam mais correctos. Nesta final, no fundo, foi como se os dragões estivessem a lutar contra as impressões que foram transmitindo ao longo da temporada. Ou seja: o melhor FC Porto da primeira metade da campanha, contra a versão mais insegura da recta final. Com efeito, depois de começar por cima, estar em vantagem e ser a equipa mais agradável de observar durante o jogo, o FC Porto acabou por não dar a machadada final e segurar firme o resultado. A maior iniciativa dos azuis-e-brancos deu frutos já perto do intervalo (41'), quando Soares cabeceou para o primeiro golo do jogo. Ficaram dúvidas sobre se Herrera dominou a bola com o braço antes de cruzar para o ponta-de-lança, mas a jogada foi validada após revisão. Mesmo jogando mais compacto, o Sporting marcaria também antes do descanso (45'), num remate cruzado de Bruno Fernandes que Danilo Pereira desviou para a própria baliza. O internacional português, tendo Luiz Phellype nas costas, tocou na bola apenas ao de leve, mas acabou por encaminhá-la para o cantinho do poste, onde Vaná já não conseguiu chegar. Que galo. Luiz Phellype, caso tivesse tocado na bola, estaria em fora-de-jogo. Essa infelicidade - um tanto ou quanto involuntária - teve repercussões ao longo da segunda parte. Logo ao minuto 48 Soares escapou-se pela esquerda e rematou ao poste, já com pouco ângulo. Em cima do fim do tempo normal (90'+2'), nova bola ao poste, agora por Danilo Pereira, na sequência de um canto.
O Sporting, que tinha mostrado pouco, era ao mesmo tempo uma equipa difícil de vergar. Tem sido assim nos jogos de eliminação directa. Para o confirmar, é favor visitar o minuto 100. Em mais um lance como tantos outros, Felipe tentou cortar o cruzamento de Acuña mas fê-lo com o joelho; com isso, tirou a bola do caminho dos restantes defesas portistas e esta foi ter com Dost, ao segundo poste, para um certeiro remate cruzado. A partir daqui o FC Porto voltou a jogar só com o coração, mas ainda viveu uma redenção momentânea ao chegar ao empate quando a derrota parecia certa (120'+1'). Foi Felipe a compensar o erro e levar a decisão para o desempate.
E assim, mais uma vez, FC Porto e Sporting arrastaram a decisão de um título entre si até à última, na continuação de uma tendência de décadas. Olhando apenas aos tempos mais recentes, os leões confirmaram que são mesmo a némesis do FC Porto. Já os dragões confirmaram eles próprios que os desempates são uma barreira intransponível. O FC Porto até começou melhor, já que acertou as primeiras duas conversões, enquanto Dost acertou na trave. Nem assim. O Sporting não falhou nenhuma das restantes cinco penalidades que tentou, ao passo que Pepe (trave) e Fernando Andrade (defesa) desperdiçaram. A festa foi, portanto, pintada de verde. Já o FC Porto completa oito anos sem vencer a prova rainha.

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por Miran Pavlin às 23:55

Terça-feira, 02.04.19

Taça de Portugal, meias-finais, 2.ª mão - SC Braga 1-1 FC Porto

BRAFCP TP.jpg

Não assisti ao jogo.

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por Miran Pavlin às 23:30

Terça-feira, 26.02.19

Taça de Portugal, meias-finais, 1.ª mão - FC Porto 3-0 SC Braga - Encaminhado ao intervalo

FCPBRA.jpg

Em 2008/09 a FPF transformou a meia-final da Taça de Portugal numa eliminatória a duas mãos. Uma vez que é a única fase da prova em que tal acontece, o simples facto de ser assim dá sempre nas vistas. Por muito poética que a teoria possa ser, na prática disputar a antecâmara da final em dois jogos traduz-se num desarranjo de calendário, pois é frequente algum dos intervenientes ainda estar vivo na UEFA. Daí que por vezes a segunda mão seja jogada meses depois da primeira, como é o caso este ano. No momento desta primeira mão, talvez FC Porto e Braga preferissem que não se tivesse jogado agora. Enquanto os dragões estão na véspera de defrontar Benfica e Roma, os guerreiros acabam de derrapar na corrida pelo inédito título de campeão, ao sofrer duas derrotas consecutivas. Só isso poderá explicar que se tenha assistido a um jogo, digamos, entreaberto. Não foi um bocejo, mas também não houve ataque desenfreado. Entre um ou outro lance prometedor de parte a parte, o FC Porto beneficiou de uma grande penalidade (33') a punir uma saída de Marafona sobre Herrera; o guarda-redes quis limpar a soco e terá acertado meio na bola, meio no adversário. Pareceu uma disputa de bola, pelo que a decisão terá sido um tanto ou quanto áspera, mas o juiz manteve-a após longa conferência com o vídeo-árbitro. Quatro minutos depois do apito o castigo foi finalmente convertido, por Alex Telles. O golo não fez o jogo mudar de figura. Nem os treinadores terão querido fazê-lo mudar. Ao ponto de a primeira substituição no Braga (71') ter ocorrido já depois do 2-0, apontado por Soares ao minuto 63 com uma boa finalização a cruzamento de Otávio. Mesmo que nenhuma das equipas tenha mostrado a sua melhor cara, a vantagem portista era justa. Brahimi tornou-a exagerada em cima do apito final (90'+4'), finalizando com um belo remate em arco um trabalho igualmente bom de Óliver. Apesar de estar bem encaminhada para o lado do FC Porto, a eliminatória está apenas no intervalo e a segunda mão está então agendada para o início de Abril. Sabe-se lá em que estado as equipas lá chegarão...

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por Miran Pavlin às 23:59

Terça-feira, 15.01.19

Taça de Portugal, quartos-de-final - Leixões SC 1-2 FC Porto (a.p.) - Sofrimento

LEIFCP.jpg

Em teoria não havia necessidade de tanto sofrimento, mas no futebol, como todos estão carecas de saber, a prática frequentemente contraria o que está escrito nos livrinhos. Foi o que aconteceu nesta eliminatória, na qual o FC Porto entrou bem, mas acabou com o credo na boca. Ou quase. A boa entrada dos dragões culminou no tento de Herrera (11'), com o mexicano a fazer a hoje apelidada de "recepção orientada" de pé direito e a rematar cruzado com o esquerdo. Sem espinhas. Talvez o FC Porto se tenha aburguesado por estar cedo em vantagem frente a uma equipa da II Liga; o que é um erro quando o jogo conta para a Taça de Portugal, de resto como o passar dos minutos acabaria por provar. De forma consentida ou não, a turma leixonense começou a passar cada vez mais tempo com a bola, o que ajudou a que a equipa se sentisse gradualmente mais confortável. O FC Porto não matava o jogo, nem reclamava para si o controlo das operações. Até que o pior aconteceu. Num avanço aparentemente inofensivo, Zé Paulo rematou de fora da área para o golo do empate (78'). Acabaria por ser necessário jogar mais meia hora, e aí o jogo mudou de figura. Quiçá sentindo uma quebra física, os homens do Mar não foram tão aventureiros e procuraram segurar a igualdade até ao desempate; o FC Porto mostrava agora mais afinco, ainda que com mais coração que cabeça. No entanto, faltou ao Leixões aquele último esforço. Corria o minuto 118 quando Hernâni, lançado ao minuto 99, aproveitou uma defesa incompleta para atirar a contar e evitar que os corações portistas ficassem em suspenso durante mais tempo. Um alívio para o FC Porto, que fez alinhar Fabiano, Mbemba e Adrián López, bem como os reforços Pepe e Fernando Andrade.

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por Miran Pavlin às 23:59



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